quarta-feira, 4 de março de 2009

Eu no Big Brother?

Aí gente, esses meus amigos eu vou te contar, viu? São mesmo uma graça!!!

Dessa vez foi a minha querida Dudíssima, lá de Uberrrrrrlândia (MG), que na comunidade EU ADORO A LIN começou um post que ninguém participou. Não satisfeita, hoje ela voltou a insistir no assunto!!!

O legal foi tudo o que ela escreveu e como ela escreveu!!!

Bem, um dos sonhos que tenho na vida é realmente participar do BBB. Já mandei até fita, na época em que a seleção ainda era feita pela avaliação das fitas de vídeo, mas nem pro Nem Big Nem Brother eu fui selecionada. Uma pena. Boninho não sabe o que está perdendo!!!

Enfim, no ano que vem eu tento novamente!!! Quem sabe isso tudo aí que a Duda escreveu se realize, né?rsrs



20:44 (2½ horas atrás)
Merielle
Então pessoal... criei esse novo tópico sobre a lin no BBB mas ninguém postou nada... eu acho q seria hilário... primeiro pq ela é alto astral, iria agitar a casa... aquela piscina então seria minúscula pra ela kkkkk e nas festas? já imaginaram ela nas festas kkkkk?Tem tb aquela poltrona lá de fora que é a cara dela, um lugar aconchegante onde ela ficaria horas e horas pensando nas pessoas de fora da casa e imaginando os inúmeros assuntos para descrever em seus blogs... eita ia ser legal... e o melhor, se ela faturasse o "milhão" todos nós tiraríamos proveito indiretamente, é claro... afinal ela viajaria o brasil inteiro visitando seus inúmeros amigos espalhados por esse país maravilhoso e quem sabe até substituísse a Fátima Bernardes no jornal nacional... certeza! Ai a veríamos todos os dias no horário nobre.kkkkkkk

segunda-feira, 2 de março de 2009

A última mensagem

A rede mundial de computadores
Sempre foi o esconderijo daqueles dois

Encontros diários, de minuto a minuto
Só eles e mais ninguém

Setembro, outubro, novembro
Quase dois anos

Aqueles dois se arriscavam
Era no trabalho, em casa, no MSN

Os assuntos? Os mais diversos possíveis
A vontade de desligar? A menor de todas

No entanto, a vida anda
Os rumos mudam

Vieram as restrições
Mas eles resistem

Continuam firmes
Pra lá e pra cá

Porém nenhum dos dois sabe dizer
Quando será a última mensagem.

Pauline Machado
Em: 02 de março de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Cio

"Sensação
Vontade
Arrepio

Tensão
Tesão
Pressão

Cheiro
Toque
Sussurro

Pele
Boca
Saliva

Gemido
Mordida
Língua

Insanidade
Delírio
Gozo

Nudez
Rigidez
Êxtase"

Pauline Machado
Em: 28 de fevereiro de 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Vinte e tantos anos depois!

Na época de escola, lá pelos bons e saudosos anos 80, fizemos algumas amizades que ao longo do tempo foram distanciadas por força do destino. Nunca mais nos vimos, mas nunca nos esquecemos. Isso acontece com muita gente e comigo aconteceu também.

Estudávamos no Colégio Curso Martins em Vila Isabel, aqui no Rio (pois é, ainda estou por aqui!) e lá fiz muitas amizades. Algumas duram até hoje.

Eu, minha irmã e a minha prima Paula entramos no colégio em 1986: eu na quinta série e elas na oitava. Não conseguimos lembrar como, mas nessa época conhecemos o Tom, o Renato (que são irmãos), e o Newtinho, grande amigo deles.

Naquela época a gente fazia um monte de festas americanas, (aquelas que os meninos levavam os refrigerantes e as meninas os salgadinhos), e eles nunca deixarvam de ir. Já aconteceu, inclusive, de não ir ninguém em uma das festas, mas eles estavam sempre presentes. A gente até batizou essa festa como “festa fracasso”!!!!

Quando eu fiz 15 anos, o meu namorado não quis dançar a valsa comigo e então o Renato, que era tido como o mais distinto dos três, foi quem dançou comigo. Um prato cheio para a minha mãe que achava ele um príncipe e queria que uma de nós o namorasse.

Bom, o tempo passou, ninguém namorou ninguém, cada um seguiu o seu rumo e nunca mais nos vimos e nem nos falamos. Pra resumir: SUMIMOS!!! Eles de nós e nós deles!

Os anos se passaram, vieram os avanços tecnológicos e com isso o milagroso Orkut!!!

Nos achamos aos poucos, um de cada vez! Ficamos felizes, mas isso não bastava e então, cada vinda minha ao Rio, a gente marcava de nos encontrarmos, mas nunca dava certo.

Enfim, agora deu!!!! Pena que o Tom e a minha irmã não puderam estar com a gente, mas mesmo assim, estiveram na roda o tempo todo! Inclusive soubemos que dos três, era o Tom o mais distinto...rsrsrs

Bom, quero deixar registrado aqui que foi muuito bom estar com nossos grandes amigos novamente. Espero que de fato a gente não se perca mais e que eles, que moram aqui, não deixem de se reencontrarem mesmo que eu não volte para o Rio!

Ops! Eu, voltar pro Rio? Bem, isso fica para um outro post! :0)

Ao fundo: Eu e Newtin Mais na frente: Paula e Renato No topo: Gui, o nosso mascote de todas as farras!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A coragem dos Cariocas!



Pois é, como vocês sabem estou no Rio de Janeiro e por aqui fico até o próximo dia 19. Desde os primeiros dias na cidade tenho procurado aproveitar todos os momentos possíveis, tanto com a família, quanto com meus amigos. Sem falar que tenho tirado tempo também para ouvir o meu coração que esta fervilhando por estar em contato com o Rio novamente.

Apesar do medo de sair à noite, logo no primeiro final de semana rodei com a minha amiga Deise de carro pela Linha Vermelha, Amarela (ambas engarrafadas), pela Grajaú – Jacarepaguá (com direito a banho de guaraná e tudo), passamos pela Ponte Rio Niterói, Avenida Brasil, túneis, enfim ... um prato cheio para qualquer assaltante de plantão.

O que achei interessante foi observar as ruas vazias, completamente desertas, só com poucos carros rodando. Me impressionei também com a coragem de alguns cariocas (homens e mulheres) que vi andando calmamente, a pé, sozinhos nas ruas escuras e sombrias dos bairros.

Neste último sábado, estava na Tijuca, na casa da minha madrinha, e quando voltávamos pra casa, por volta de meia noite, vi uma cena inesquecível e emocionante! No meio de tantos cuidados com a violência, com os lugares aonde ir, com os horários proibidos para estar na rua, quando estávamos quase chegando em casa vi uma mulher sozinha, na ponta dos pés, alimentando uma ruma de gatos que vivem em um terreno abandonado. Era apenas ela e os gatos com os rabicós em pé rodando de um lado para o outro esperando a comida! Nem preciso falar que eu me emocionei, né?rs Pena que não consegui fotografar pra mostrar pra vocês, mas o que vale é que aquela cena está registrada aqui na minha memória!

Enfim, tenho muitas coisas pra contar pra vocês, mas ainda ando em ritmo de férias!!! Aos poucos eu vou contando tudo por aqui, combinado? Amanhã tem mais amiguinhos! Um beijo e até lá!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

De volta às origens

Desde o último dia 26 eu estou respirando novos e calorosos ares. Estou no Rio de Janeiro!
Nossa, eu precisava! Não agüentava mais aquela cidade cinza e fria o tempo todo. Bom, mas eu não vim aqui pra ficar falando da cinzentinha, não é mesmo?

Não vou dizer que o Rio de Janeiro continua lindo, mas a energia da cidade sim! E mexe comigo. Não sei se é o calor, embora os dois primeiros dias tenham sido cinzas também, mas como mesmo assim o calor marca presença, só isso já dá um astral novo. Sem falar nas pessoas, nos amigos, no jeito tão caricato da gente falar, dos lugares de sempre, enfim tudo me remete ao passado que vivi aqui no meu Rio de Janeiro!!!

Ainda não curti direito a cidade. Nos primeiros dias fiquei só com os Chaves: meu pai, meu irmão e minha vó; só agora estou, aos poucos, encontrando os velhos amigos.

Confesso que ainda estou com a mente preguiçosa para escrever, mas prometo registrar aqui todas as novidades e ilustrá-las com muitas fotos aqui em nosso quantinho!

Muitos beijos em todos!

domingo, 11 de janeiro de 2009

Bolt - O Supercão

Outro dia um amigo me indicou assistir ao filme Sete Vidas, com o Will Smith, mas eu ainda não fui, no entanto recebi um convite irrecusável feito pelo amor da dinda, meu amado e admirável sobrinho afilhado, Samuel, para assistir ao Bolt – O Supercão.

Esta dinda que vos escreve chegou já no último minuto do segundo tempo e meu amadinho já estava achando que eu não ía. Como não? Compromissos com dinda são sagrados!

O cinema estava vazio, apesar das férias o que foi uma pena porque o filme é simplesmente lindo! Pra variar, eu me emocionei com as aventuras do simpático Bolt e seus amigos: a deslumbrante gata e o engraçado e gorducho hamster.

O filme é ficção, mas com uma grande e intensa dose de realidade. A começar pela vida da menininha que no filme, é atriz e tem sua vida totalmente controlada por seu agente. E também o distanciamento de certos humanos com os animais e ao mesmo tempo o amor entre as pessoas e seus animais e vice-e versa. Sem falar da angústia e revolta dos bichinhos abandonados trazem em seus corações com relação aos seus ex-donos que por algum motivo, os abandonaram.

Enfim, eu se pudesse, exibiria este filme em todas as escolas públicas e particulares e depois faria um bate-papo com as crianças, assim como fiz certa vez em uma cidade do interior do Ceará, após a exibição do meu documentário Extremos – Casos de Amor e Crueldade entre Humanos e os Animais.

É uma forma muito bacana de ouvir as crianças e orientá-las sobre os cuidados com os animais.

Fica então aqui a minha dica. Você que tem criança em casa, seja filho, filha, sobrinho, afilhado, filhos do vizinho, enfim, aproveite as férias e vá ao cinema assistir Bolt – o Supercão. Se você não tem nenhuma criança por perto, não tem problema, leve a criança que existe dentro de você!

domingo, 4 de janeiro de 2009

A praticidade no amor


"Qual o segredo da felicidade? Será preciso ficar só prá se viver...

Qual o sentido da realidade? Será preciso ficar só prá se viver..."

Kid Abelha


Será mesmo? Bom, infelizmente eu estou começando a achar que Paula Toller esta certa.

Tenho ouvido muito das minhas amigas já casadas, que chega uma hora em que o amor se transforma em outra coisa. Pergunto que coisa é essa e não sabem me explicar.

Todas falam como se a beleza, a alegria da vida tivesse chegado ao fim e algumas delas chegam a invejar minha vida de solteira (como se esta fosse grande coisa).

Enfim, ouço também que chega uma hora na vida das mulheres em que temos que pensar com a cabeça masculina, ou seja, devemos ser práticas assim como eles. Só não sei como é ser prática quando o assunto é amor.

Por esses e vários outros motivos, muitas vezes me sinto uma mulher diferente. Quando penso na praticidade no amor eu penso em unir o útil ao agradável. Mas será mesmo que é unir o útil ao agradável? Não sei, tenho lá minhas dúvidas.

Ser prática me leva a pensar que aos 35 anos, por exemplo, ainda solteira, devemos nos casar com qualquer homem somente para constituir uma família e sair do time das disponíveis no mercado ou encalhadas ou pra titia.

Já ouvi também que devemos escolher o homem sem pensar com o coração e sim com a racionalidade. Não necessariamente escolher o homem que se ama, mas sim um homem que seja um bom pai, um bom marido, que tenha uma boa conta bancária e estabilidade no emprego.

Eu volto a questionar: O que é estável hoje em dia? Qual é a certeza que um casamento pode te proporcionar?

Bom, eu deixo isso tudo no ar, porque eu acho que é impossível incluir a praticidade no amor.

O amor é emoção, é sensação, é felicidade, é sentir a alma viva, é admirar o outro, é respeitar o outro, é estar junto pelo simples fato de querer estar.

É, parece bem fácil, né?, mas na prática (olha ela aí), não me parece ser.
Enfim, vale a pena refletirmos sobre o que é real para a gente quando pensamos no amor.

sábado, 3 de janeiro de 2009

De volta ao blog!



Pois é! Estive distante do nosso cantinho, né? Enfim, não foi por falta de vontade, mas sim por vários motivos e muitos deles vocês sabem quais foram.

Gostaria de ter vindo aqui antes da virada do ano, mas fui vencida pelo cansaço, porém hoje acordei com a certeza de que voltaria a escrever.

Gosto de estar aqui, de compartilhar com vocês os meus pensamentos, devaneios e sentimentos; em 2009 não será diferente.

Antes e começar 2009, pelo menos aqui no blog, gostaria de fazer uma breve reflexão sobre como foi o meu 2008. Lembro-me perfeitamente que 2007 foi maravilhoso, do início ao fim. Assim, sem pensar, 2008 não me parece ter sido como o ano anterior, mas teve lá seus encantos.

Logo no início do ano tive a felicidade de ter mamãe e minha avó Mariana morando comigo e com elas vieram também Janjão, Malhado, Menina e Soninha, os quatro cachorros da mamãe. Infelizmente na seqüência perdi meus gatos, um após o outro, sem explicação alguma. Dos 12 só ficaram três. :0(

Ainda no primeiro semestre fiz uma viagem que foi vista por muitos dos meus amigos como uma loucura de amor. Pode até ter sido, mas valeu a pena. Me despenquei sozinha para o interior de São Paulo para conhecer uma pessoa especial na minha vida. De quebra conheci meu querido amigo-pai, o Zé e sua família, o que foi muito bacana.

Apesar de ter perdido boa parte dos meus cachos, ainda consegui ficar com meu cabelo e prorrogar o uso definitivo de uma peruca. Quem me acompanha por aqui sabe do que estou falando. Simplesmente meu cabelo se acabou por causa do excessivo uso de tinta. :0(

No lado profissional só sorrisos! Pelo menos no primeiro semestre. Reportagem premiada no Prêmio Sangue Novo, bom desempenho na revista, transferência para a TV, participação em um livro, mais uma premiação de destaque no ano, enfim!!! Na segunda parte de 2008 estresse total por causa do TCC. Desgaste emocional, físico, psicológico, mas no final deu tudo certo, apesar de ter perdido o estágio.

2008 foi um ano em que pude contar com alguns amigos em momentos difíceis. Obrigada a todos que me ajudaram e que estiveram comigo. Foi um ano de reencontros de amigos queridos há muitos anos sem notícias. Foi também um ano de bons momentos em família e de encontro comigo mesma, quando depois de 35 anos, consegui enxergar em mim a linda mulher que sou.

Enfim, cheguei ao final do ano tranqüila, com a sensação de dever cumprido, com o coração sereno, a alma lavada e cheia de energias para este ano que se inicia.

Façamos então um brinde a 2008 e que venha 2009 com todas as boas energias que o Universo possa nos oferecer!

Tim Tim!!!

sábado, 22 de novembro de 2008

Tudo vira bosta


Por Dilair Queiroz


O jeito manso de falar denuncia uma mistura de sotaques e o sorriso, sempre aberto e cativante, é um convite para puxar conversa. Assim que começa a falar, a estudante de jornalismo Pauline de Azevedo Machado Chaves revela ser completamente o contrário do que sua aparência quieta sugere.


Antes de qualquer coisa, deixa claro querer ser chamada pelo apelido Lin, abreviação de seu primeiro nome. Aos 34 anos, Lin tem muitas histórias para contar e afirma que, após ter passado por inúmeras situações difíceis, seu amor pela vida só aumentou, “procuro viver um dia após o outro, o que não é tarefa fácil pra mim porque sou totalmente ansiosa”, desabafa ela.


A carioca de Botafogo nasceu no dia 14 de novembro de 1973 e, orgulhosa, conta ser de escorpião, “o signo mais guerreiro do zodíaco”. Dona de uma personalidade extremista, Lin diz ser instável, o que impulsiona suas freqüentes mudanças de humor. Sua característica mais forte é o amor pelos animais, aos quais ela dedica a vida, a fim de defendê-los.


Aos 26 anos, cansada de viver amedrontada pela violência do Rio de Janeiro, saiu da casa da mãe, Palmira Machado, e foi para Fortaleza, onde morou por um ano com um casal de amigos. Nessa época pôde conhecer pessoalmente Fernandes Júnior, um amigo virtual que encontrara no bate-papo do UOL quando ainda morava no Rio. Desde o primeiro encontro construíram uma amizade que perdura até hoje. “Essa moça aí é adrenalina pura, força bruta e inteligência nata. Estourada de dar nó em pingo d'água, mas com um coração mais mole do que a mais derretida das manteigas”, afirma o amigo.


Quando passou a morar sozinha em Fortaleza, seu condomínio ficava perto de um parque, onde havia muitos gatos abandonados. Como tem um gosto especial por felinos, rapidamente adotou 12 gatinhos, encarando os vizinhos do prédio que reclamavam do barulho e do cheiro dos animais. Nada que a abalasse, afinal, ela não se preocupa muito com a opinião dos outros, prefere tomar suas próprias decisões e ignorar qualquer intervenção alheia.


Nos setes anos em que permaneceu em Fortaleza, trabalhou como vendedora na loja de eletrodomésticos Arapuã, foi assessora jurídica da Unimed, cursou secretariado, fez três períodos de administração e, em 2004, seguindo o conselho do amigo Júnior, iniciou o curso de jornalismo na Faculdade Nordeste (FANOR). Desde criança sonhava em ser veterinária, mas, como não conseguia passar no vestibular, decidiu encarar o jornalismo para ver se gostava. Com um sorriso nos lábios, ela comenta: “Era tudo o que eu queria. Por meio do jornalismo eu posso realizar meu sonho de representar os animais, dando voz a eles”.


Com intenção de conscientizar crianças, Lin criou a campanha Paz Também Para os Animais, onde fazia eventos em escolas públicas de Fortaleza, promovendo ações de respeito entre homem e bicho. Com base no documentário “Janela da Alma”, ela elaborou o documentário “Extremos: Casos de amor e crueldade entre humanos e animais” que era exibido neste evento.


Comentando sobre sua dedicação na faculdade, ela diz que nunca gostou de estudar, chegou até a ficar reprovada na 5ª e na 7ª série, porque gazeava as aulas para ir namorar ou visitar amigos. Mas, agora está totalmente empenhada nos estudos e, depois de ter seu projeto de conclusão de curso aprovado (a revista De Estimação, especializada no cuidado de cães e gatos), diz que seu sonho de formatura está se realizando.


Aliás, sonhos é o que não faltam para Lin. Depois de se formar vai procurar patrocínio para comercializar sua revista e, após ter segurança financeira, pretende engravidar, até já escolheu o nome da criança: Júlio. Além disso, deseja conhecer a Ilha do Mel, ser cremada quando morrer e ter suas cinzas jogadas num abrigo de animais. Os sonhos que já realizou foram: passar o carnaval em Salvador e correr atrás do trio elétrico, conhecer seus ídolos e ver seu sobrinho Samuel nascer.


As maiores paixões de Lin, depois dos animais, são a música e a dança. Além de ser presidente do fã clube da banda Asa de Águia, também é fã do cantor Maurício Manieri e do roqueiro Supla, sendo que já teve a oportunidade de conhecer todos estes. Além disso, fez dois anos de aulas de dança de salão. “Dançar é uma das coisas mais maravilhosas que se pode fazer na vida. Você esquece todos seus problemas quando entra no salão”.


No campo amoroso, a carioca se mostra bastante romântica. Sempre em busca de alguém especial, já teve namorados no Rio, Paraná e Fortaleza. Desses, o mais especial foi o primeiro namorado, Franklin, com quem namorou por cinco anos, a partir dos 14. Outro namoro marcante foi em 2002, quando se apaixonou por um rapaz e, depois de dois anos de relacionamento, descobriu que ele era padre.


Sobre a qualidade dos conteúdos expostos na mídia, ela comenta: “A imprensa podia gastar mais dinheiro em programas educativos e deixar que as pessoas pensem por si mesmas”, o que demonstra sua preocupação com a ética na profissão que exercerá. Quando se fala em religião, ela logo relembra um fato dos tempos em que era católica. Quando sua irmã mais velha ia fazer a festa de 15 anos na igreja, o padre negou ceder o local porque a mãe delas era divorciada. Sem entender a lógica do padre, Lin decidiu que aquela não era a religião apropriada para ela, com instintos de liberdade e pensamento crítico, ela se sentia presa sob as normas católicas. “A igreja prefere que a pessoa seja feliz ou viva de aparências?”, indaga ela. No momento, ela diz se identificar com a doutrina espírita, onde diz se sentir mais a vontade: “Não quero viver presa a regras. Não tenho que fazer determinada coisa porque a sociedade quer. Dane-se a sociedade”.


Para terminar, faz questão de citar sua paixão pela cantora Rita Lee. Além de se identificar com ela por ambas serem defensoras dos animais, Rita tem uma música cujo refrão é “e tudo vira bosta” que, segundo Lin, é um resumo de suas ideologias. Esquecer o passado, não pensar no futuro e viver intensamente o presente, pois, afinal, um dia tudo vai acabar.

Efeito Animal

Por Camila Almeida

No dia 14 de novembro de 1973 às sete da manhã no bairro Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, nasce Pauline de Azevedo Machado Chaves, filha caçula do primeiro casamento entre dona Palmira de Aquino Machado e seu Flavio de Azevedo Maria Chaves. A menina magrela, levada e moleca que chupava o dedo, ganha através da mãe um apelido – Lin, pequeno e supimpa como pó de pirlim pim pim.


Às vezes a menina entrava em um mundo de fantasias de brincar com o primo Bruno e seu tio João de imitar as cenas de desmaios das telenovelas no qual apresentavam para a família, mas o seu passatempo predileto era ir para a casa da avó Mariana, brincar com os gatos e cachorros e junto da irmã mais velha Flávia dar banhos nas galinhas, pegá-las no colo e sentir o cheiro das penas molhadas.


A paixão por animais, principalmente por gatos, vem desde pequena, quando levava animais de rua para casa. O espírito de ser veterinária é cada vez mais forte, e a partir desse momento torna-se um sonho que permanece ate hoje, como diz Arthur Schopenhauer “A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem”.


O fato de não ter sorte no amor, como ela mesmo diz, e da maioria do tempo estar sozinha, aos 14 anos começou a namorar um carioquinha que a encantou e no qual ficou quatro meio anos. Com ele viveu muita coisa até mesmo uma gravidez com seguinte aborto, depois teve vários relacionamentos tidos como errados, até mesmo um padre namorou no qual se visitavam durante as férias que passavam na cinzentinha Curitiba. Essa marmota durou 4 anos, hoje, morando aqui, nunca se encontram, mas se falam por email e telefone, aqui e acolá. Ela acha melhor assim, cada um na sua. Ele escolheu a profissão dele e ela não quer mais homens comprometidos, ainda que seja com Deus.


O espírito aventureiro bate a porta, pega o pouco que tem, roupas e CDs e parte de mala e cuia, a música Califórnia de Lulu Santos “Garota eu vou pra Califórnia viver a vida sobre as ondas vou ser artista de cinema, o meu destino é ser star” retrata exatamente esse tempo. Com seus 26 anos sai do Estado onde o Cristo Redentor nos olha e parte não para Califórnia, mas sim para terra onde tudo é sol, mar, sobra e água fresca, a linda Fortaleza, onde viveu 7 quase 8 anos. Não virou star, mas viveu coisas que até Deus duvida: sofreu, chorou, se decepcionou, mas hoje agradece por tudo que passou. Em Fortaleza fez grandes amizades e começa a fazer aulas de dança de salão o que torna-se sua paixão.


A super fã maluqueti de Supla e Mauricio Manieri faz loucuras pelos ídolos. O seu primeiro encontro com o cantor Supla foi em 1986 no Cassino do Chacrinha, no qual saiu correndo e invadiu a limusine onde o vocalista da banda Tókio estava para pedir um autógrafo. Já com Mauricio Manieri quem pagou o mico foi sua amiga Luciana, que para satisfazer as idéias mirabolantes e esquisitas da amiga, caiu na burrice de atender ao seu pedido de tirar uma foto do suvaco do Maurício.Ao contar para o cantor o que ela queria, ele ficou “meio assim” com o pedido, já que se tratava de uma coisa estranha e é claro que ele não atendeu e a amiga que ficou com cara de paisagem. Muitos amigos já presenciaram pérolas da Lin. Fábio, seu amigo, diz ter ido à uma aula de dança com ela e ao sair ela some, de repente à avista conversando aparentemente só, quando olha era um gato perdido e ela dizia: "oi gatinho tudo bem? Você tá com fome?" e passava a mão no gato. Todos que passavam olhavam e o amigo só ria.


A garota apaixonada por animais tenta ser veterinária após algumas tentativas frustrantes e desiste, pensa em algo que pudesse ajudar os bichanos sem ser especialista, então lhe ocorre a idéia de fazer jornalismo e dar voz aos animais. Em 2006 resolve se mudar de Fortaleza e vir para a cinzentinha Curitiba onde sua irmã mora há 8 anos. No começo não foi nada fácil se acostumar com a gelada Curitiba e as mais 1001 blusas e vários cachecóis ajudaram a carioca de coração cearense perdida em Curitiba, como se descreve.


De querer ser astróloga quando pequena, passa do sonho da veterinária, para ser jornalista. Hoje ao apresentar o seu TCC vê seu projeto, de uma revista de animais chamada De Estimação, ser concluída com sucesso. A nova jornalista com alma veterinária, cumpre seu papel de dar voz aos animais, fazendo o que realmente gosta.

VORTEIIIIIII!!!!

Oi meus queridosss,

depois de um certo tempo longe daqui, estou de volta.

Nem deu para avisar o motivo pelo qual fiquei longe, mas vocês devem saber, né? Final de faculdade, banca, tcc, provas, mamãe também ficou doente e eu tive que me virar para dar conta de tudo.

Graças a Deus tudo passou, eu passei e agora posso vir aqui de novo encher o saco de vocês.

Ainda tenho algumas provas, mas dá pra conciliar.

Pra começar, vou postar dois perfis que duas amigas da faculdade fizeram sobre mim. Foi para nota de uma das disciplinas.

Vamos ver se vocês concordam com elas! rsrsrs

Beijos!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Nada melhor para uma noite de sexta-feira...




domingo, 5 de outubro de 2008

Mensagem do meu guru



Da segurança

O fato de se tentar evitar qualquer mudança na vida não torna ninguém mais seguro ou mais dono da situação. A vida é - e será sempre – inesperada. Mesmo que certas pessoas procurem empobrecê-la o mais possível.

Quando Deus percebe que determinada pessoa tem que dar um passo à frente, Ele faz com que esta pessoa caminhe - com ou sem vontade de andar. É melhor a gente dar os passos que precisa, com coragem, antes que sejamos forçados a dá-los.

Para aqueles mais indecisos, Deus costuma usar certas ferramentas - geralmente interpretadas como “castigos”, ou “mudanças repentinas”.
No final, mesmo os indecisos vão perceber a sabedoria destas mudanças - mas, até lá, terão sofrido desnecessariamente.
Fonte: Paulo Coelho
Em tempo: sensacional a mensagem. É bem isso que acontece e é bem assim que eu venho matutando sobre determinadas coisas! :0)

Dizem por aí...

"Não corra atrás de quem você ama. A vida traz quem você merece!"
Uma das grandes verdades da vida!
Lin

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O meu muito obrigada à todas as pessoas anjos que cruzam a cada dia o meu caminho...

Meu Deus! Muito obrigada por tudo!

Lembro que quando cheguei na cinzentinha eu vim com um escudo no peito. Não confiava em ninguém, só em mim e olhe lá!

O tempo foi passando e eu voltei a confiar nas pessoas. Com um pé atrás, mas aos poucos fui vendo que em uma ou outra eu podia confiar de verdade.

Enfim, hoje eu tive mais uma dessas certezas. De manhã, (depois de ter ido dormir às 2 da manhã diante de um micro), acordei às 8h já diante do mesmo micro da noite passada. Da frente dele eu só saí quando já era perto de oito da noite.

Acordei com uma bomba: "não sei se vai dar tempo de fazer tudo hoje"!

Pense! Em uma sensação de levar um soco no estômago! (eu nunca levei um soco, nem no estômago e nem em nenhum outro lugar, graças a Deus, mas imagino que seja tão ruim quanto o que senti ao ouvir essa frase).

Bem, pra resumir, tive que correr contra o tempo, mas mais uma vez, como na bela canção do Titãs, " o acaso me protegeu enquanto eu estive distraído..."

Precisava de alguém para diagramar a minha revista, o meu projeto de conclusão de curso e o prazo para entregar adivinhem!!! HOJE - 22 DE SETEMBRO!!!!

Entrei na internet e fiz uma busca rápida de algumas gráficas aqui perto de casa. Não tinha jeito, teria que pagar para alguém diagramar a minha revista em apenas seis horas, e isso sem ter um puto no bolso.

Liguei pra uma, duas, três e ninguém queria pegar o trabalho, porque é trabalhoso e chato de fazer. Até que em um dos telefonemas uma alma santa disse que nao fazia, mas me indicou uma pessoa.

Essa pessoa salvou a minha formatura. Essa pessoa, que eu acordei com um telefonema e já impaciente, teve a maior paciência do mundo, a maior generosidade que eu pude conhecer nos últmos tempos em minha vida. Essa pessoa confiou em mim e me fez confiar piamente nela.
E eu não vou esquecer essa pessoa nunca mais na minha vida.

Essa pessoa é o Marcelo. Ele não quis me dizer seu sobrenome e nem a idade, mas também não importa. O que importa é que tudo deu certo e eu ainda tive o prazer de poder abraçar uma pessoa como ele.

No meio do dia, outro anjo. Esse já vem até com nome de anjo. Falo do meu menino lindo, o Rafa!

Esse tem história, mas eu prefiro não entrar nos detalhes e me conter em agradecer pela força, pela paciência e pelo lindo trabalho da capa da minha revista.

A revista De Estimação é um projeto antigo e não é apenas um trabalho de conclusão de curso.
É um sonho de uma vida toda. É o primeiro passo do meu sonho profissional e muitas pessoas presentes e importantes na minha vida estão, de alguma forma, envolvidas nesse trabalho, além do Marcelo e do Rafa.

Poderia citar aqui os nomes de todos vocês, mas hoje os meus quero destacar os meus agradecientos aos heróis foram o Marcelo e o Rafa, não só pelo lindo trabalho dos dois, mas principalmente pela certeza que me passaram o tempo todo, de que daria tempo e pela paciência e empenho em me ajudar nesse trabalho.
Que Deus abençoe vocês dois sempre e eu serei eternamente grata à vocês dois.

Muito obrigada!
Quero agradecer também à minha mãe que viu o estado em que eu me encontrava e foi comigo até lá na faculdade para protocolar a revista. Não tenho palavras para agradecer todas essas dádivas de hoje.
Enfim, para não fechar em tom dramático, tinha que ter uma marmota, né?rs
Vejam só...

Eu quis ilustrar o trabalho do Rafa e do Marcelo pra vocês verem.

O do Marcelo foi todo salvo em PDF e assim eu não consegui salvar aqui no blog, mas esse artigo, ele salvou em jpg também e então foi possível colocar aqui.

Eu hein? Parece até uma coisa. Tinha que ser logo o artigo do sr. Fornari? rsrs

Enfim, um abre a revista, fazendo a capa. O outro cfecha a revista fazendo o artigo!

Ai ai ai... Só rindo mesmo viu! rsrs

domingo, 21 de setembro de 2008

Só o que me interessa...

Por várias vezes eu já citei aqui trechos de músicas que falam por mim ou sobre mim, mas nenhuma fala tanto sobre mim como essa linda canção do Lenine.
É como se fosse o espelho do que eu to vivendo nesse momento da minha vida. Em todos os campos da minha vida: profissional, amoroso, acadêmico, amizades, futuro, passado, enfim...
Chega de blábláblá!
Quem já me conhece um pouco vai entender o que a canção diz. Quem esta chegando agora, vai começar então a descobrir um pouco mais sobre mim...
Enfim... Só o que me interessa!

"Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem
Quem vai virar o jogo
E transformar a perda
Em nossa recompensa?
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto
E é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Por trás do seu sossego,
atraso o meu relógio
Acalmo a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurre em meu ouvido
Só o que me interessa
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa..."

sábado, 20 de setembro de 2008

...


Agora me vi como em um trecho de uma música do primeiro LP dos Paralamas do Sucesso - Foi o mordomo.

" ... e a tarde cinza vai passando
e eu espero o tempo todo pela hora de estar com você
Eu digo o seu nome e olho para o telefone que não dá sinal, mudez total
Você não liga e o mordomo é o culpado ..."
Tá, podem falar! É a maior besteira ficar esperando o telefone tocar, né, mas enfim, quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra! rsrsrs

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Dizem por aí...

"Uma boca que eu sei
Não porque me fala lindo
E sim, beija bem
Tudo é viável pra quem faz com prazer..."
Djavan

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Mais uma vez...

Dudíssima, minha linda! Recentemente ouvi essa música e só me lembrei de você.
Lembrei também da época em que estava mal e essa música me dava força, ânimo e a certeza de que toda dor um dia ía passar! E passou!
Acredite também, porque é verdade!
Conte comigo sempre, viu?
Um beijo!
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem...
Tem gente que está do mesmo lado que você, mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar...
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia
A gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo...
Quem acredita sempre alcança...
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã maiss uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem...
Nunca deixe que lhe digam: Que não vale a pena acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém...
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo!...
Quem acredita sempre alcança...
Mais uma vez - Renato Russo

sábado, 13 de setembro de 2008

Meu lado Radical Chic!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Complementando...

ESSA MENSAGEM SÓ COMPLEMENTA O POST ANTERIOR!


Da arte do arco

No livro “A arte cavalheiresca do arqueiro Zen”, o mestre discute com Eugen Herrigel a melhor maneira de manejar o arco.

“Quando tenho o arco esticado”, diz Herrigel, “chega um momento em que, se não disparo imediatamente, sinto que vou perder o fôlego”.

“Enquanto você tentar provocar o momento de disparar a flecha, não irá aprender a grande arte dos arqueiros”, diz o mestre. “A mão que estica o arco deve abrir-se como se abre a mão de um menino. O que às vezes atrapalha a precisão do tiro é a vontade demasiado ativa do guerreiro.
O guerreiro às vezes pensa: aquilo que eu não fizer, não será feito, e não é assim. Ele deve agir, mas também deve deixar que outras forças do Universo atuem em seu devido momento”.

Mensagem do meu guru



Da margem

No livro “Na margem do Rio Piedra eu sentei e chorei”, Pilar pede a seu amado que quebre um copo, enquanto jantam num restaurante.

“Sim, quebrar um copo. Um gesto aparentemente simples, mas que envolve pavores que nunca compreenderemos direito. É o proibido. Copos não se quebram de propósito; quando entramos em restaurantes ou em nossas casas, tomamos cuidado para que copos não fiquem na beira da mesa.
Morremos de medo de quebrar copos”.

“Entretanto, quando sem querer derrubamos um, vemos que não é tão grave assim. O garçom diz ‘não tem importância’, e ‘nunca vi um copo quebrado ser incluído na conta do restaurante’”.

“Quebrar copos faz parte da vida; faça isto agora, mesmo que a gente tenha que pagar depois. Às vezes, um gesto bobo nos liberta de preconceitos malditos, da mania de explicar tudo, de só fazer aquilo que os outros aprovam”.
Em tempo:
Sensacional!!! Há tempos eu queria escrever sobre esse livro, sobretudo sobre esse trecho que foi um dos mais marcantes do livro. Hoje será o meu dia de quebrar um dos vários copos da minha vida. De hoje esse copo não passa! :0)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Ela e ele, e um outro também


Ela gosta de um, todo mundo sabe disso

Ele, não se sabe se gosta dela

Ela conheceu um outro, mas ele não sabe

Esse outro até parece com ele

Mas para ela, não adianta

Esse outro não é ele

Ainda assim ela tenta com esse outro

O que torna ele mais presente ainda em sua vida

Embora ele esteja tão distante quanto Brasil e China

O outro esta perto

E é carne e fome

Ela resiste ao mesmo tempo que se entrega

Ele percebe, recua e se chega

O outro no meio deles, sem saber

Enquanto ela sonha com ele

Nos braços desse outro.
Mais um devaneio da Srta. Lin

Dia do Médico Veterinário

Uma pequena homenagem dessa metida aqui, que se entitula uma veterinária de corpo e alma, ainda que sem o diploma, a todos os privilegiados que de fato podem exercer, em minha opinião, a profissão mais linda e honrosa que existe. Cuidar dos animais.

Essa homenagem vai também especialmente à minha amiga e eterna veterinária, Liana Dantas, além de comemorar o dia da sua profissão, comemora também o seu aniversário. Mais veterinária do que isso! Meu Deus!
Obrigada Li, por até hoje sempre ter estado comigo e com minhas crionças, nas horas de alegria e dor. Te amamos!!!!


Ser Veterinário

Pensando bem, ser veterinário não é só cuidar de animais.
É, sobretudo amá-los, não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.Ser veterinário não é só ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.Ser veterinário é não importar se os animais pensam, mas sim que sofrem.
É dedicar parte do seu ser à arte de salvar vidas.

Ser veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos.É ganhar amigos de pêlos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.É perder um tempo enorme apreciando rebanhos e vôos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através de animais, a si mesmo.Ser veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto.
É sentir cheiro de pêlo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral, de esterco.
Ser veterinário é ter coragem de entrar num mundo diferente e ser igual.
É ter capacidade de compreender gratidões mudas, mas sem dúvida alguma, as únicas verdadeiras.É aliviar olhares, é lembrar de seu tempo de criança e querer levar para casa todos os cães vadios e sem dono.
Ser veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos de amor e vida.
Todos nós podemos nos formar em veterinária, mas nem todos serão veterinários.
E você, o que é?"
Autor desconhecido

domingo, 7 de setembro de 2008

Dizem por aí ...

Lembre-se : o teu olhar melhora o meu...
Paulo Saltorelli

Dia da Independência

Hoje comemora-se o dia da Independência do Brasil, mas não é sobre essa independência que eu venho falar.
Falo sobre as outras independências da nossa vida, ou melhor, das dependências que nos cercam dia após dia.
Depender de alguma coisa, de alguma pessoa, de alguma situação é muito ruim. A sensação é de inutilidade, de incapacidade, de inferioridade, mas apesar dessas sensações ruins, muitos de nós não sabemos ou não conseguimos nos livrar delas.
Eu sou dependente de um monte de coisas, infelizmente, e ando procurando observá-las cada vez mais para me livrar delas. Acho que já melhorei muito, mas ainda me vejo andando pra trás em determinadas situações e pior. Situações que se repetem, repetem e se repetem...
Hoje recebi um texto que fala mais ou menos sobre isso. Sobre as dependências que nos sufocam e que ainda assim continuamos dependentes.
Gostaria de compartilhar com vocês. Pode ser que ajude ou pelo menos estimule a mudarmos alguma coisa, não é?
"Tem uma série de coisas que a gente deseja na vida:

uma profissão que nos realize, uma intensa vida afetiva, viagens, amigos, descobertas. Mas se eu tivesse que resumir em uma única palavra o que considero a mais importante conquista, esta palavra seria independência.

Hoje, 7 de setembro, dia em que se comemora a independência do Brasil. No entanto, prefiro comemorar a minha, a sua, a nossa independência.

Não há quem não sonhe em trabalhar por conta própria, ser patrão de si mesmo. Os que conseguem não trocam por nada. Como conseguir isso? Dominando um ofício, indo além do que os outros aprenderam, fazendo as coisas do seu próprio jeito, arriscando. Parece difícil, e é, mas mais difícil ainda é ser independente no amor.

Paixão não entra nessa conversa. Quando estamos apaixonados somos todos dependentes de telefonemas, de e-mails, de declarações, de presença constante. Já o amor, que é um estágio posterior, mais sereno e seguro que a paixão, permite o desenvolvimento da independência.

Você não precisa estar em todos os lugares que o seu amor está, você não precisa concordar com tudo o que ele pensa, você não precisa abdicar dos seus projetos, você se sustenta, você conta, você existe.

Tem gente que abre mão disso por puro comodismo. Prefere ser uma sombra, um sparing. Defende-se dizendo que não tem outro jeito. Mentira. É uma escolha.

Ir sozinha ao cinema. Viajar. Pagar sua dívidas. Dirigir. Não afligir-se (tanto) com a opinião alheia. Saber cozinhar pra si mesmo, entreter-se com hábitos solitários como a
leitura, pegar um táxi, resolver os próprios problemas, tomar decisões com confiança. Não "precisar" dos outros, e sim contar com os outros para aquilo em que eles são insubstituíveis: companhia, sexo, risadas, amizade, conforto.

Se você ainda não atingiu este estágio, suba num cavalo imaginário e dê seu grito do Ipiranga. Ficar amarrado à vida alheia faz você viver menos a sua.

Nada de fazer-se de desentendida só para não se incomodar.

Incomode-se. Dependência é morte".
Autor desconhecido

sábado, 6 de setembro de 2008

Te desejo uma vida cheia de aventuras

Bom dia! Pois é, novamente vou citar a Rita Lee e seu show.
Ao ver a mensagem do post abaixo, sobre aventuras, eu lembrei que ao final do show da Rita, no telão ficava passando frases dela se despedindo e a mensagem final chamou a minha atenção.
Dizia: TE DESEJO UMA VIDA CHEIA DE AVENTURAS!!!
Aquela frase me marcou. Pensei na minha vida e procurei, procurei, procurei e não encontrei nenhum tipo de aventura.
Meu Deus, logo eu que sempre fui tão aventureira! Aquela mensagem está até hoje martelando na minha cabeça.
Às vezes penso que estou ficando velha, ou que já virei curitibana, levando essa vida pacata, de casa pro trabalho, do trabalho pra faculdade e da faculdade pra casa.
Estou cansada. Muito cansada. Sabe aquela sensação de estar por um triz?
É exatamente como me sinto, contando os minutos para o final de novembro (final da faculdade) e para o final de dezembro (férias coletivas no trabalho).
Juro que eu pego meia dúzia de roupas, o biquine novo, um chinelo de dedos, o mp3 e pronto! Vou cair no mundo, pegar sol, rever os amigos, bronzear o corpo, esvaziar a mente de neuras, preocupações, reportagens, móveis, provas, tcc, fulano, cicrano... enfim, preciso de férias de tudo!!!!
Preciso voltar a me aventurar, a levar uma vida realmente do jeito que eu gosto e não essa que eu estou levando agora. Eu sei que são momentos, mas se não cuidar, podem deixar de ser momentos e virar uma rotina e isso eu não quero de jeito nenhum. Seria como se estivesse partindo a cada dia.
Apesar de todo tédio que venho sentindo, sinto que algo de emocionante, de aventureiro esta prestes a acontecer. É como se pressentisse a chegada de algo novo que virá remexer tudo o que neste momento, parece ser a coisa mais certa do mundo. É como se o novo viesse ocupar o lugar de tudo o que é velho ou que já acabou e que eu ainda não percebi (ou não quis perceber).
Não sei explicar, apenas sinto e ouço a voz da minha intuição, que raríssimas vezes se engana.
Bem, só nos resta então, esperar pelos próximos capítulos!

Mensagem do meu guru



Da aventura

A aventura está lá fora esperando.

O herói sempre é chamado. O herói é o homem comum. Ele fica aguardando o mensageiro que trará a noticia: existe um tesouro a ser descoberto, uma princesa encarcerada na torre, um país com jardins de delícias.

Todos nós temos direito a isto: a vida nos dá – no mínimo – duas oportunidades para ver o que sempre sonhamos.

Mas e o mensageiro? Aí é que está o problema. Geralmente ele está vestido com cores e roupas que não nos agradam: pode ser uma súbita mudança de emprego, um rompimento amoroso, uma doença, uma perda. Pode ser também um encontro ou uma conquista, mas estes casos geralmente acontecem no meio da jornada do herói – raramente no começo.

O segredo da aventura consiste no seguinte: bons olhos para reconhecer o mensageiro.


Pura verdade

** Em homenagem à nossa conversa de ontem, Lu!

Para o sósia

"Meu bem você me dá
Água na boca
Vestindo fantasias
Tirando a roupa
Molhada de suor
De tanto a gente se beijar
De tanto imaginar
Imaginar loucuras...
A gente faz o amor
Por telepatia
No chão, no mar, na lua
Na melodia
Mania de você
De tanto a gente se beijar
De tanto imaginar loucuras ...
Nada melhor do que não fazer nada
Só prá deitar e rolar com você...
Nada melhor do que não fazer nada
Só pra deitar e ...
Com você..."

Mania de você - Rita Lee

Para o meu lindo

"Lindo...!
E eu me sinto enfeitiçada
Correndo perigo
Seu olhar
É simplesmente lindo...!
Mas também não diz mais nada...
Menino bonito
E então quero olhar você
E depois ir embora
Sem dizer o porquê
Eu sou cigana
Basta olhar prá você...
E eu me sinto enfeitiçada
Correndo perigo
Seu olhar é simplesmente lindo!...
Mas também não diz mais nada
Menino bonito
E então quero olhar você
Depois ir embora
Ah! Ah!Sem dizer o porquê
Eu sou cigana
Ah! Ah!Basta olhar prá você...
Depois ir embora
Ah! Ah!Sem dizer o porquê
Eu sou cigana
Ah! Ah!Basta olhar prá você..."

Menino bonito - Os Mutantes

Autenticidade e outras semelhanças

Desde que eu cresci (pelo menos na altura), eu venho percebendo que eu sou muito parecida com a Rita Lee. Não estou falando de semelhanças físicas, mas sim, do jeito de ser e de levar a vida.

Acho que uma das poucas diferenças é o fato de eu nunca ter usado drogas. Eu sou tida como maluca, mas nessa parte eu sou a maior careta do mundo!

Mas voltando às semelhanças, é sério o que eu estou falando. Aliás, eu adoro pessoas autênticas, originais mesmo, de dentro pra fora, não aquelas que se fazem de autênticas para aparecer.

Tudo bem que eu tenho um amigo que acha que a Rita Lee é assim, uma véia e que para aparecer faz o que faz. Que tudo isso não passa de uma estratégia de marketing. Bem, eu discordo, porque eu acho que ela sempre foi assim. Sempre fez o que quis fazer, sempre viveu a vida com aquela teclinha mágica que, para ser distinta aqui, vou chamar de "tecla sap", que significa: " que se dane o que os outros vão pensar ou falar".

Eu tenho muito disso, a começar que eu detesto muitas das regras que são impostas pela sociedade. As formalidades da vida em grupo. Tudo bem, eu sei que precisamos seguir algumas delas, mas e quando essas regras vão de encontro aos nossos princípios, às nossas convicções e filosofia de vida? Aí eu já acho que entra no desrespeito à nós mesmos. Porque agradar o outro se não esta me agradando?

É, é complicado, mas assim a gente vai vivendo. Voltando à mim e à Rita, eu senti bem mais as nossas semelhanças durante o show dela aqui na cinzentinha. Ah! Outra diferença. Ela ama a benditinha, já eu...rs, mas em compensação somos duas loucas e apaixonadas pelos animais!

Voltando à admiração que tenho pelas pessoas autênticas, eu de certa forma, me sinto assim também, só sinceramente ainda não consegui saber se isso em mim é uma virtude ou um defeito, porque não são todas as pessoas e muito menos a maioria delas que nos entendem, que nos suportam e que se dão a oportunidade de nos conhecer. Principalmente quando se trata de mulheres.

As mulheres autênticas, como já falei em - Nem toda bruxa é feia, nariguda, corcunda e má - geralmente são mulheres apontadas pelos homens, ainda que sejam as mais desejadas por esses mesmos homens e por isso, geralmente seguem sua história sozinhas, em constante mutação.

Estar em mutação deve realmente ser uma das maiores características da gente, pois ao mesmo tempo que somos frágeis, somos fortes, seguras, mas em muitas vezes, carentes. Em contra partida, somos sensuais, sexuais e interessantes. Somos determinadas, mas também baratas-tontas, apaixonadas demais e atrapalhadas demais, mas sabemos ser esnobes, sacanas, malucas e palhaças. Somos doces, mas também ácidas, apesar de românticas demais...

E como não poderia ser diferente, ela conseguiu mais uma vez nos descrever com uma das suas canções... E uma das mais lindas!


O show não pode parar!

Foto: Pauline Machado
Como alguns devem saber, no último dia 23, Rita Lee esteve fazendo um show aqui na cinzentinha e eu estive lá!

O show superou as minhas expectativas, foi realmente maravilhoso. E o legal é que ela, ao contrário de mim, é apaixonada por Curitiba. Várias vezes falou isso e dava para sentir que vinha de dentro.

Em determinado momento ela chegou a falar de como é gostoso andar aqui pela cidade, sa sensação de tranquilidade, totalmente diferente da sensação que se sente nas ruas de São Paulo. " A gente sai do carro já com medo, tem que ter segurança por todos os lados para não ser roubados", disse mais ou menos assim, em seu show.

Pois bem, quem diria que no caminho de volta para a maior cidade do País, o caminhão que transportava todo o equipamento técnico, todos os instrumentos, cenário, figurino, tudo, tudo, tudo, seria roubado.

Fiquei pasma quando soube disso. Até porque, quando saí do teatro, ainda olhei para esse caminhão e pensei: "Nossa, mal acaba o show e já estão desmontando tudo"!

Enfim, shows foram cancelados, mas hoje eu entrei no site da cantora e vi a seguinte informação:

" O show não pode parar!"

Fiquei muito feliz em ver as novas datas das apresentações.

Eu não sei se todo o equipamento foi encontrado, mas o que importa é que a vida continua e é isso aí! Bola pra frente e que ela e sua turma continue fazendo muita gente feliz!! (como diz a canção a seguir)

Que bom!!!


sexta-feira, 5 de setembro de 2008

De volta ao nosso cantinho


Pois é, estou de volta pessoal! rs

Alguns devem ter ficado bem contentes com isso, já outros, devem ter colocado as mãos na cabeça e pensado: "Ai meu Deus, lá vem essa maluca de novo com esses posts sem pé nem cabeça"!
Enfim, ainda que com a cara um pouco amassada, voltei e confesso que senti saudades. Que coisa, né?
Bem, pra variar estou sem tempo de sentar e escrever todas as novidades que tenho para dividir com vocês, mas queria dizer que estou melhor, aliás, bem melhor! Só não digo pronta pra outra porque Deus me defenda de outra gripe como essa, ainda mais aqui na cinzentinha!
Mas tô bem sim, já fui pro trabalho, pra faculdade, já incomodei o povo, já fofoquei bastante, dentre outras coisas que depois eu conto.
Ah! E pra não ficar um post assim tão sem sentido, vou deixar pra vocês ouvirem, uma música que eu adoro! Por anos eu busquei o nome da cantora, e só no ano passado eu descobri que é uma banda, das antigas - Fleet Wood Mac.
A voz dela é linda (lógico, do time dos meus desafinados como Supla, Durval e Dinho). Além disso, a voz parece muito com o estilo da minha Cyndi.
Entonces pra vocês, como um brinde à minha "vorta"! Espero que gostem!
Gypsy - Fleet Wood Mac

domingo, 31 de agosto de 2008

Temporariamente fora do ar...


Oi gente! Tenho um monte de coisas para contar, mas depois de muito resistir aos altos e baixos de temperatura num mesmo dia nesta querida cinzentinha, ontem fui derrubada por uma gripe daquelas!
Estou aqui "linda", com olhos e nariz inchados e vermelhos, dor no corpo todo, cabeça pesada e de saco cheio de estar deitada no sofá, cheia de roupas e com dois edredons em cima de mim.
Pelo menos eu vim tentar ser forte e dar andamento ao meu trabalho da faculdade, mas não consegui.
Vim aqui bem rapidinho só para deixar um beijo aos que vierem por aqui.
Em breve espero estar de volta e com a corda toda novamente!
Um beijo, Lin.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Radical e chic


É, realmente esse deve ser o X da questão que se repete e repete e repete e repete...

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Amor e sexo


Sábado passado eu assisti ao show Pic-Nic da Rita Lee. E se tivesse que falar sobre o show com apenas uma palavra, esta seria – SENSACIONAL!

Uma das coisas mais bacanas da apresentação foi que praticamente todo o espetáculo foi recheado por seus grandes sucessos. Uma delícia. E ela os cantou na íntegra, sem mudar o estilo das canções, assim eu pude cantar todas junto com ela!

Pra variar, me emocionei em vááááááááárias canções e uma delas foi essa que trago para vocês (sem áudio porque não estou postando de casa, tá?).

Na época essa música tocou tanto, mas tanto que eu cansei dela. Não tinha a menor paciência de escutar até o fim, talvez por eu nunca ter sentido de fato a letra, assim como senti no show.

Talvez por agora, e só agora, eu esteja conseguindo ver e sentir claramente as diferenças ditas nos sábios versos de Rita.

É bem isso mesmo! Tudo simples, tudo natural. A gente é que complica as coisas!


"Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte

Amor é pensamento, teorema
Amor é novela
Sexo é cinema

Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia

O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom...
Amor é do bem...

Amor sem sexo,
É amizade
Sexo sem amor,
É vontade


Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes,
Amor depois


Sexo vem dos outros,
E vai embora
Amor vem de nós,
E demora

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Amor é isso,
Sexo é aquilo
E coisa e tal...
E tal e coisa..."
(Rita Lee)
Da solidão

Na minha opinião, a solidão é o pior de todos os males. Ao contrário da fome, da sede, da doença que - quando nos atingem, nos forçam a combatê-las - a solidão muitas vezes se mascara com uma aura de virtude e renúncia.

Não é nada disso. Embora seja importante ter momentos só para nós, a vida neste planeta está ligada aos outros. Precisamos nos despir de todos os nossos bloqueios, e sair em busca de amor, carinho, companhia.

Não se envergonhe de agir assim; é a luta mais digna que alguém pode travar. Se envergonhe, isto sim, de não fazer o que seu coração pede.

O resto são conselhos. E preconceitos de quem não tem coragem de lutar.
Em tempo: De todas as mensagens do meu guru que posto aqui, essa foi na lata! Jésus amado! :0)

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Dizem por aí...


"As meninas boas vão para o céu. As más vão para onde quiserem...!
(autor desconhecido)

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A irmã gêmea


Lembro-me das primeiras vezes na vida em que fiz escova no cabelo. Amo os meus cachos, mas de tanto a minha cabeleleira falar, um dia, lá em Fortaleza ainda, acabei fazendo. E não é que eu gostei do resultado?

Pois bem, mais uma marmota na minha vida! Chegava no Bixiga réio e ninguém me reconhecia, quando não, arregalavam os olhos e perguntavam: " Ei, cadê a sua irmã? A carioca?"

Era muito engraçado! Todos falavam que eu, de cabelo liso, ficava mais distinta e com espírito de paulista, enquanto a minha irmã, carioca e de loiros cachos, era bem mais fulerage!

Pois bem (de novo), desde então aqui e acolá eu me dou ao luxo de mudar o visual. Que bom, pois eu me sentiria entediada em só poder usar a juba assim ou assado!

Tudo bem que dizem por aí que eu de distinta, ou seja, com a cabeleira lisa, fico com cara de mais velha! Brincadeira isso, não?rs

Por falar nisso! Quero ver se você adivinha. Você acha que alguém do grupo abaixo tem mais de 30 anos?!

Pois é!
:0)
Viva eu!!!!!

Você lembra do Peninha?


Eu sempre impliquei com o Peninha. Não sei se pelo rosto dele, se pela língua presa ou se pelo nome "Peninha". O fato é que eu nunca simpatizei com ele.
Lembro-me do sucesso Sonhos, que se não me engano, foi o primeiro da sua carreira.
Há alguns anos muita gente voltou a ouvir falar do Peninha devido ao tamanho sucesso de uma de suas canções na voz do Caetano. Estou me referindo a "Sozinho", que eu particularmente não gosto.
Enfim, pra não dizer que não gosto de nada do Peninha, hoje tive uma grata recordação.
Estava eu correndo contra o tempo em pleno fechamento da revista, ouço na rádio nada mais nada menos do que "Amo você", do rapaz aí da foto!
Menino, mas eu fiquei tão contente de ouvir essa música novamente! Lembrei da época em que eu era macaca de auditório no Cassino do Chacrinha. Pense numa época boa!
Enfim, adorei! Adoro essa música! É bem breguinha, mas é linda e ótima para dançar!
Espero que gostem!


Amo você - Peninha

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Mensagem do meu guru...


Da ponte

Muitas vezes temos que dar tempo ao tempo. Outras vezes, temos que arregaçar as mangas, e resolver - nós mesmos - determinada situação. Neste caso, não existe pior coisa do que adiar. Adiar traz angustias e sofrimentos desnecessários.

Eu aprendi a não adiar as coisas do modo que todo mundo aprende: levando na cabeça.

Quando tinha 10 anos, minha mãe me obrigou a fazer um daqueles chatíssimos cursos de educação física. Um dos exercícios que era pular de um píer na água. Eu morria de medo. Ficava no ultimo lugar da fila, e sofria com cada menino que pulava na minha frente - porque em pouco tempo chegaria o momento do meu salto. Até que um dia, para impressionar uma menina, resolvi ser o primeiro a pular. Tive o mesmo medo, mas acabou tão rápido que eu passei a ter coragem.
Em tempo: Pois é, né...! Ai ai...!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Dizem por aí...

"Forçar-se a fazer o que não quer, é se matar aos poucos"!
Autor desconhecido

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Mensagem do meu guru (em postagem especial)

Todo mundo sabe que eu adoro o Paulo Coelho. Sempre leio suas mensagens diárias no site da Globo e as com que eu me identifico, trago aqui para o meu cantinho.

Dessa vez será uma nota especial, com quatro mensagens em uma única postagem, pois todas me acrescentaram algo, ainda mais nesse dia de hoje, assim tão "marromenos".

Espero que vocês também gostem e que também toquem o coração de vocês!

Da loucura
Meu caro leitor ou leitora, preciso lhe dar uma notícia que talvez você ainda não saiba. Pensei em suavizar esta notícia, pintá-la com cores mais brilhantes, enchê-la com promessas de Paraíso, visões do Absoluto, explicações esotéricas. Mas, embora tudo isto exista, não vem ao caso tocar agora nestes assuntos.
Respire fundo e prepare-se. Sou obrigado a ser direto e franco e - posso assegurar - tenho absoluta certeza do que estou dizendo. É uma previsão infalível, sem qualquer margem para dúvidas.
A notícia é a seguinte: você vai morrer.
Pode ser amanhã, pode ser daqui a 50 anos, mas - cedo ou tarde - você vai morrer. Mesmo que você não concorde. Mesmo que tenha outros planos.
Pense com todo cuidado no que você irá fazer hoje. E amanhã. E no resto dos seus dias.

Da estrela
Márcia Piazzi nos lembra a história de um escritor que morava numa bela praia, junto a uma colônia de pescadores. Num dos seus passeios matinais, ele viu um jovem jogando de volta no oceano as estrelas do mar que estavam na areia.
“Por que você faz isto?”, perguntou o escritor.
“Porque a maré está baixa, e elas vão morrer”.
“Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praia por este mundo, e centenas de milhares de estrelas do mar espalhadas pela areia. Que diferença você pode fazer?”
O jovem pegou mais uma estrela e atirou no oceano. Depois virou-se para o escritor: “para esta, eu fiz uma grande diferença”, respondeu.
A partir daquele dia, todas as manhãs o escritor passou a ajudar o jovem.

Do amor do próximo
Muitas vezes é mais fácil amar que ser amado.
Temos dificuldades em aceitar a ajuda e o apoio dos outros. Nossa tentativa - inútil, por sinal - de total independência, termina não permitindo que nosso próximo tenha oportunidade de demonstrar seu amor.
Muitos pais roubam dos filhos a chance de dar o mesmo carinho e apoio que receberam quando crianças. Muitos maridos (ou mulheres) quando são atingidos por certas vicissitudes do destino, sentem-se envergonhados de depender do outro.
Não existe fraqueza nenhuma em aceitar um gesto de amor do próximo.
Às vezes, o ato de amar consiste em permitir que alguém nos ajude, que nos apóie, que nos de forças para continuar.
Se recebermos este amor com pureza e humildade, vamos entender que o amor não é dar ou receber - é participar.

Da ajuda
Mauro Salles me contou a seguinte história real:
O deputado foi contar a Tancredo Neves que um de seus assessores o criticava constantemente. E Tancredo respondeu: “mas como? Eu ainda nem o ajudei!”
Todos já experimentamos a ingratidão. Tancredo tratou o assunto com bom-humor e sabedoria; outros perdem a confiança no ser humano, e param de fazer qualquer coisa pelos outros.
Será que ajuda saber que isto não acontece só com você? Espero que sim. Porque as pessoas ingratas não podem moldar nosso comportamento. Elas não têm o poder de definir nosso caráter.
Deus - cuja opinião, no fundo, é a única que conta - jamais foi ingrato conosco. Vamos nos agarrar nisto; vamos continuar tentando nos comportar da maneira que queremos.

domingo, 17 de agosto de 2008

Sem lenço e sem documento...

A noite chegou sem muitas perspectivas
Lá fora a lua estava cheia
E a noite estava até quentinha na cinzentinha
E dentro delas uma vontade de cair no mundo

Bastou um click no mouse e tudo mudou
“Vambora?” Disse a mais nova para a mais velha
“Simbora agora! Onde nos encontramos?” Perguntou a mais velha.

Passava das 23 horas
O caminho era o Largo da Ordem
Em poucos minutos estavam dentro de uma oca
Onde caíram no swing para se consolar

A mulher do sapato branco e a mulher do sapato preto
A loira e a morena, a alta e a baixinha
A carioca e a curitibana, com características diferentes
Mas com os corações praticamente iguais – por um triz

Entre uma cerveja e outra
A cada música a oca se mostrava
Uma mistura de Rio e Fortaleza
De samba e rock
De homens e mulheres

Seis da manhã
Carro na porta
Corpo cansado
Pés inchados
De volta pra casa


Toda bêbada canta!

É cada uma que nos aparece que eu vou te contar, viu? Ontem à noite estava eu em casa, sentada no sofá da sala, com o micro no colo conversando com uma amiga no MSN quando na TV ouço uma bela canção que me chamou atenção não só por sua melodia romântica dos anos 50, mas principalmente pela letra.

Meu Deus, como pode isso! Eu simplesmente me vi nela!

Eu bem sabia que telefones em mãos de quem já bebeu um pouquinho a mais é um caso sério! Eu mesma, com o meu amigo Junior (dá pra ver que as grandes marmotas sempre foram ao lado dele e lá em Fortaleza, né?), sentava já no fim das noites lá no Dragão e ligávamos pra Deus e o mundo para dizer não sei que, mas enfim...rsrsrs Coisa de bêbuns, né? Vai entender!

Pois voltando à música. Ontem eu descobri uma outra verdade do mundo dos que gostam de umas biritas. É bem verdade que Toda bêbada canta sim! Eu mesma, canto que é uma beleza!

Aliás, cantava, porque hoje em dia eu sou uma mulher distinta! Mas eu não só cantava e dançava, como já cheguei em casa muitas vezes toda descabelada e completamente arrependida... rsrsrs!

Pois bem, aí vai essa música que foi como um espelho para mim, em toda época em que morei em Fortaleza!

" eu não sou nenhuma santa, eu não sou nenhuma santa..."!

Toda Bêbada Canta - Silvia Machete

"Cheguei em casa
Toda descabelada
Completamente arrependida
Do que aconteceu

Tomei cachaça
E fumei como Maria fumaça
Completamente arrependida
Do que aconteceu

Não teve a menor graça
Tudo isso eu sei que passa
Mas não passou...

Eu não sou nenhuma santa
Eu não sou nenhuma santa
Eu não sou nenhuma santa

Cheguei em casa
Toda descabelada
Completamente arrependida
Do que aconteceu
Tomei cachaça
E fumei como Maria fumaça
Completamente arrependida
Do que aconteceu
Não teve a menor graça

Tudo isso eu sei que passa
Mas não passou...
Eu não sou nenhuma santa
Eu não sou nenhuma santa
Eu não sou nenhuma santa

Toda bêbada canta, la la la la la la la la la la"



sábado, 16 de agosto de 2008

É aniversário dela!!!

Minha pré-adolescência foi embalada por muitos sucessos da Madona. Tá, quem me conhece no íntimo sabe que eu sou fã messsssssssssssssmo é da Cyndi Lauper, a minha Cyndi, que estará, em novembro, como presente de aniversário, aqui na cinzentinha e no teatro lá da faculdade!
Bom, mas esse post não é pra Cyndi, mas sim, para a Madona que eu também gosto muito!
Hoje ela completa 50 anos e linda!! Quem diria!!!
Eu adoro a Madona muito mais pela mulher que ela é, do que como cantora, mas não posso negar que amo muitas músicas, principalmente das antigas.
Uma das minhas preferidas é Holiday - um dos clássicos dos anos 80!
Dentre as minhas peripércias lá em Fortaleza, ficou faltando uma.
Como já falei aqui, eu e os meus meninos (porque eu era praticamente a única mulher efetiva da turma), colocávamos o Bixiga a baixo em quase todos os finais de semana. Lá sempre tocava a velharia musical que eu amo - anos 70, 80 e 90. Uma das mais tocadas era Holiday e o meu sonho era dançar na frente, como a Madona e os garçons, todos de camisa laranja, dançando comigo como bailarinos. Ah! Lógico, Fábio Lucio, Edsan e meu amigo Xuuuuunior também!
Ai Jésus, demais seria isso, viu?!!! Quem sabe na minha volta, isso não se realize, né? Seria o máximo!
Quando procurei o vídeo da música, o que achei? Justamente a coreografia e a das antigas, bem anos 80!!! Adorei!!!!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Pois é, eu sou solteira!

Hoje é o dia do solteiro. Eu, legítima solteira, nem sabia que a gente tinha esse dia!

Enfim, como as coisas são... Esta semana mesmo eu estava conversando com uma grande amiga, casada há mais de oito anos e eu perguntei a ela como estava a vida de casada. A resposta foi: “ A mesma de sempre”. Fiquei a pensar então porque será que as pessoas se casam, se a maior parte delas, com o passar dos anos, acabam entediados e acomodados com aquela convivência ao invés de viverem felizes para sempre, como manda o figurino.

No decorrer da conversa, ela me disse para eu aproveitar a minha solteirice, porque, depois que casar, tudo muda. Mas lógico que tem que mudar! Tudo muda, a todo o instante! A vida é assim. Sinto saudades de muitos momentos da minha vida, mas sei que foram fases dela, que eu tinha que viver para ir me construindo. É assim que eu penso.

Mas a verdade é que, o que a gente vê por aí é que, quem esta de fora quer entrar e quem já entrou, quer sair (e não aconselha aos que querem entrar). Bem, eu nunca fui casada, mas acredito que os dois estágios da vida tenham os seus lados bons e os ruins.

Os solteiros, de certa forma, são livres. Os casados, nem tanto;
Os solteiros dormem sozinhos. Os casados, de conchinha (pelo menos eu acho que deveriam);
Os solteiros são esbeltos. Os casados, tendem a engordar logo no início do casamento;
Os solteiros não abandonam seus amigos, já os casados....
Os solteiros dão a impressão que se divertem mais, os casados ficam mais entocados;
Os solteiros são tidos como ameaças. Os casados, os ameaçados...

Enfim, poderia ficar aqui elencando várias diferenças entre solteiros e casados, mas deixa eu ir, porque hoje é sexta – feira e a noite é dos solteiros!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Eu adoro a minha orientadora!

Quem já se formou sabe bem o que eu estou falando. Este tal de TCC, monografia, trabalho de conclusão de curso, como quiser chamar. O fato é que ele esta me tirando o sono. É um sacooooo e olha que eu estou aproveitando a oportunidade para realizar um sonho antigo. Criar uma revista sobre animais de estimação. Ainda assim TCC é um saco.
Enfim, como tudo na vida tem os dois lados, para compensar o fardo do TCC, a minha orientadora é um amor!
Elza é o seu nome, mas eu a chamo de Elzita, desde o ano passado quando fui sua aluna. Posso dizer com todas as letras que foi ela quem me ensinou a escrever textos jornalísticos. O pouco que eu sei, foi trabalho de muitos e muitos textos nas aulas da Elza, ainda no terceiro ano da faculdade. Não posso deixar de falar do meu querido Marcelinho, também professor de produção jornalística. No ano passado eu peguei os dois ao mesmo tempo e quase me vi louca de tanto escrever.
Um dos resultados foi o 3º lugar que ganhamos no Prêmio Sangue Novo, como melhor reportagem impressa, de 88 outras reportagens inscritas de todo o Paraná. Foi junto com a Elza que eu ganhei esse prêmio. Aliás, nós ganhamos, eu, ela e o Marcelinho.
Eu até me envergonho, pois raramente consigo cumprir o prazo das entregas dos trabalhos na orientação.
Na estapa da Fundamentação teórica, noooosssaaa!!! Como eu sofri! Tive mais de um mês para escrever e nada. Empaquei feito uma mula. Não saía nada, só choro e mais cabelo branco de tanto nervoso. Ah! Sem falar nas unhas que foram para o beléléu faz tempo!
E a Elza ali. Sempre amiga e compreensiva. Sempre me dando força, me motivando, me ouvindo, me estimulando e acreditando em mim. Eu sempre chegava na orientação chateada porque não tinha nada digno para apresentar, quando não fugia dela pelos corredores. E hoje não foi diferente.
Cheguei chateada, jururu e por um triz não fugi novamente. Tive um dia esquisito. Não dormi direito e amanheci de ovo virado. Foi realmente chatinho o dia e tudo e somente o que eu queria era um abraço de upaaaaaaaaaaaaa, e nada de orientação ou qualquer outra coisa que eu tivesse que pensar, raciocinar.
Pois bem, me esforcei e fui pra redação do Lona (nosso jornal da faculdade). A primeira coisa que fiz foi entregar os 100 questionários(que muitos responderam - muito obrigada) e disse: "Não sei o que faço com esse bando de respostas"!
Como sempre, vejo um sorriso no rosto da minha querida orientadora e ouço: "Calma, vai dar tudo certo"!
Nossa, como é bom ouvir essas coisas sempre! Que dirá naqueles dias em que a gente esta mais pra lá do que pra cá!
É isso, eu só queria registrar que eu adoro a minha orientadora. Ela que desde o ano passado acreditou em mim, no meu projeto e no meu futuro. Todos os nossos encontros são muito bons, sempre saio mais confiante e segura de que a revista será um sucesso e a minha apresentação na banca também!
Obrigada meu Deus por sempre colocar pessoas iluminadas e bacanas em meu caminho! Muito obrigada, Senhor! Amém!

domingo, 10 de agosto de 2008

Apartamento 957

"Ainda era noite
E ela chegava à rodoviária daquela cidade
Em poucos minutos o relógio avisaria - 6 horas da manhã

Pegou um táxi e no caminho ao hotel se perguntou:
'O que é que eu estou fazendo aqui'?
Por alguns instantes o coração apertou, sentiu medo
Se achou louca por estar ali

O táxi parou na porta do hotel
Era tudo novidade para ela
Nunca tinha estado em um lugar tão distante e sozinha
Olhou aquele hotel e ficou sem saber o que fazer

Enfim, não dava mais para voltar atrás
Estava a milhas e milhas distante de sua casa
Mas perto do seu amado
Foi nisso que ela pensou

As chaves foram do apartamento 957
Aquele que seria o cenário para todos os sonhos
Um dia sonhado - por ela e por ele

Da janela ela tentava conhecer a cidade
Mas ainda estava escuro
E então tomou um banho quente e foi dormir

Acordou ansiosa, com vontade de ficar paralizada
Esperando a hora do encontro
Não podia, tinha que fazer com que as horas passassem mais rápido

Olhou para o relógio
Os ponteiros marcavam quase 5 da tarde
Mas nada aconteceu e então ela chorou
Chorou sentada na cama, diante da TV e adormeceu ao lado do telefone

Trim, trim, trim!
E o coração disparou
O telefone tocou, era da recepção, era ele na linha
Em poucos minutos estavam diante um do outro

O encontro foi rápido, mas aconteceu
A voz não saiu, a naturalidade também não
Enquanto os corações, esses estavam em rebuliço

O relógio não parou, embora o tempo tivesse parado
Ele teve que partir logo e deixou com ela um tímido abraço
Ele caminhou para o elevador
Ela ficou olhando pela porta do apartamento

Ele piscou o olho e mandou um beijo
Ela sorriu e entrou
Correu para a janela sem saber o que pensava
Tudo não passou de um sonho
Ainda assim ela acredita que um dia irá se tornar realidade"

Meu bem querer - Mauricio Manieri


** Essa música retrata bem o que eles dois sempre sonharam

Você lembra do Trio Los Angeles?

Não, não, não estou falando deste trio aí de cima não - Gustavo e suas Pauletes - não é desse não! É do legítimo Trio Los Angeles, dos anos 80, formado por Marcio e as irmãs, Cléo e Marcia, da foto abaixo!

Quem não lembra de "...vem dançar bambolê..."!?
Ah!!! Confessa! Você já juntou seus amigos e formou um Trio Los Angeles... vai confessa!
Eu já fiz isso que só e era bom demais!!!!
Além de "Vem dançar bambolê", o trio gravou uma outra ótima, mas não lembro o nome, só que foi tema de abertura da novela Transa e Caretas!
Aí vão as duas! Ôh época boa, viu?!

Vem dançar Bambolê


Transas e Caretas

De graça até ônibus errado!


Depois de quase um ano ouvindo falar deste livro eu ganhei o meu exemplar!

Que o autor tem cara de levado, disso ninguém duvida, mas não poderia imaginar o quanto!!!!!! rs

O livro é realmente muito útil para quem pega carona por esse mundo à fora! Eu mesma, na época do CTUR, vivia pegando carona na Antiga Rio - São Paulo. Na beira da estrada mesmo, em caminhão, carro, ônibus, o que parasse a gente entrava! Já peguei carona até com gato nas mãos. O caminhão parado, todo mundo já dentro da caçamba e eu enrolada para conseguir subir com a Lolita nas mãos. Se na época tivesse lido este livro... rs

Mas voltando ao livro. As histórias são muito engraçadas, divertidas e muitas inimagináveis, além de muito bem escritas e ricas em detalhes que fizeram a diferença. E as piadas? Ave Maria, só ele mesmo para achar que alguém ía rir daquilo. rs (e pior é que eu ri).rsrs

Terminei de ler o livro na biblioteca da faculdade. Aquele silêncio perfeito para quem estava lendo um livro cômico...rs Foi bem na hora em que li, se não me engano o último capítulo, que um peão chegou em cima de um burro ou jegue, e perguntou as horas. Na hora soltei uma gargalhada que todo mundo que estava perto me olhou com cara feia, lógico!

Não deu para me conter. Na hora imaginei o final daquele encontro...rsrsrs... Adorei!!!!!!

Para não dizer que gostei de tudo, não gostei de dois capítulos em especial. Um, o da carona da loira do Fiesta...rs...e o outro, lógico, o último! :0(

Mas ao terminar de ler, fiquei pensando em tudo o que li e o que me veio à cabeça foi o filme sobre a história da vida do Cazuza.

Cazuza viveu como quis, fez tudo o que quis, com quem quis e ligou aquela teclinha mágica do "não tô nem aí" para tudo e para todos. O que ele queria era ser feliz e ele foi, tenho certeza disso.

Morreu novo, mas feliz, acredito eu! Tenho pra mim que sua alma é livre, como a de um passarinho voando no céu, pois ele viveu para ele e não para as regras impostas pela sociedade.

Da mesma maneira eu vejo o Denis. É um cara de alma livre, com fome de novas experiências, de aproveitar tudo de bom que a vida nos oferece. É sem dúvidas, uma pessoa diferente, que não encontramos em cada esquina e assim como o Cazuza, veio para fazer a sua história e acrescentar algo na vida de quem, de alguma forma, convive com ele.

Pelas histórias do livro, Denis viveu como quis. Seguiu o seu coração, experiementou todos os riscos possíveis, mas como tudo na vida tem um motivo para acontecer, em uma das caronas ele não ouviu o seu coração e deu no que deu.

Se ele é triste com isso, eu não sei. Se é, não deixa transparecer e parece que leva uma vida normal como qualquer outra pessoa. Isso o torna mais especial ainda.

Agora, se você que está lendo, ficou curioso para saber o que ele aprontou, escreve pra ele e encomende o seu exemplar. denisfornari@yahoo.com.br

Tenho a certeza que você irá gostar!

Alguém poderia me dizer...






... por que eu sempre apareço agarrada no pescoço alheio? :0)

A louca dos gatos


Você aí já viu alguma coisa parecida com essa ilustração? rsrsrsrs
Bem, que me conhece intimamente deve estar dando risadas! Lógico! Até eu morri de rir quando recebi o e-mail do meu amigo Fábio Lucio, dizendo que tinha assistido ao desenho dos Simpsons e viu a Louca dos Gatos.
Tão engraçado quanto a ilustração, foi a surpresa ao saber que eu já conhecia a Louca dos Gatos...rsrs
Oura mais, Fábio, eu sou fã número 1 dos Simpsons, viu?rs rsrsrsrs
Enfim, sou mesmo a Louca dos Gatos. Por onde morei com eles, era assim mesmo que eu era conhecida e nem ligo! Já bati boca com homens, mulheres, velhos, crianças, enfim, quem eu visse fazendo mal a qualquer animal, que dirá aos meus amores. É como eu dizia. Faça comigo, mas não com os meus gatos!
Já passei por poucas e boas por conta dessas crionças, mas tudo é válido! Farei até o último dia da minha vida!

O meu amigo Junior

Ai ai ai, hoje eu acordei com saudades do meu amigo Xuuuuuuuuuuuuuuu!!!
Corri pros meus cds e coloquei o da Ana Carolina (o primeiro). Lembrei que Beatriz, linda canção do Chico Buarque, que ele sempre dedicou à mim. É tão linda! E hoje, vejo que sou tudo aquilo que diz a canção. Foi realmente tudo como diz a canção. Nossa! Um filme passou em minha cabeça e eu, pra variar, me emocionei!











O primeiro encontro, em 10 de abril de 1999 foi pela internet - ele de Leão e eu de Vampira -. Ele ouvindo Paula Toller e eu Leandro e Leonardo. Desde então não nos largamos mais. Foi amor à primeira vista; não tenho dúvidas.

Temos muitas trilhas sonoras só nossas e desde o início essa música, Beatriz, na versão da Ana Carolina me marcou muito. Na época ainda não tinhamos a facilidade de gravar um cd rapidamente com as nossas músicas preferidas, ainda assim ficávamos horas diante do som gravando fitas K7 um para o outro com as nossas preferidas. Cada pérola!!! Tenho todas até hoje e as guardarei para o resto de minha vida.

A nossa imaginação não ficava apenas em fitas K7s. Queríamos sempre mais. Ele colocou a câmera nas costas e saiu no Asamóvel com nosso querido e saudoso Guedes pela cidade, registrando toda a beleza da minha tão amada Fortaleza. Eu, em contrapartida, junto com mamãe e tio João, gravei um VHS histórico, com clips produzidos e encenados por nós três, em pleno improviso. Ficou espetacular!!! Com direito a Menina Veneno, Terra Samba, Gal Costa, Rita Lee, Supla e Nina Hagen, Abba, dentre outros... Até a presença de uma Fada, uma tigresa e lógico, uma vampira com casa, fogueira e capa...rsrsrs

Meu Deus, foi realmente demais!!! Queria ter isso tudo em DVD para dividir com todos vocês o que somos capazes de fazer!

Mas enfim, até que o destino nos uniu mais ainda. O mundo dá voltas e eu fui parar em Fortaleza, bem pertinho dele. Aí é que aquela cidade nunca mais foi a mesma, mesmo!!! E nem a vida das pessoas que conviveram com a gente. Éramos uma dupla e tanto! Perfeita, ou quase perfeita, né, fii?rsrs


Nossa primeira foto juntos - março 2000

Aprontamos coisas que até Deus duvida! Foram 7 anos de muito, mas muito, muito, muito, muito boneco messssmooooooooooooooo!!! Inesquecíveis e maravilhosos!

Até que o destino tinha que dar um freio na gente, né? E então fez uma série de coisas acontecerem para que a gente se "separasse". Falei entre linhas, porque foi uma separação momentânea.

Na época eu quis morrer e quase morri, realmente. Tive que sair de lá. Foi quando vim para a cinzentinha sem olhar pra trás.

O tempo passou e hoje somos amigos como sempre fomos. Na verdade nunca deixamos de ser, mas precisávamos passar por tudo o que passamos. No fim, foi bom para todos os lados. Pena que a gente só entende isso anos depois. Na hora é como se arrancassem um pedaço da gente!

Enfim, quero registrar os momentos bons, as festas a dois, que eram perfeitas. Não era preciso mais ninguém, nós dois fazíamos o condomínio Belo Horizonte, onde eu morava, balançar e balançar messssmooooo. Eu morava no primeiro andar e os vizinhos, curiosos, ficavam parados em frente a janela, olhando. Mas quando o restante da galera se reunia também era bom demais!!!

Ai ai, se deixar, fico aqui escrevendo, escrevendo, escrevendo sobre tudo o que vivi lá.

E as festas de formaturas que a gente era como convidados vips?! Tati, Orgette e Arthurzin, Rondi...Valha me Deus!!!!! A gente sempre aprontava uma! Quero ver na minha! rsrsrsrs

Me lembro que na do Rondi (e tinha que ser na do Rondi), a gente estava estacionando o carro quando ouvimos nada mais nada menos do que New York New York. Corremos porque a gente tinha que entrar enquanto essa música estivesse tocando. Mas lóóógico que o Junior tinha esquecido de deixar os óculos no carro. Lá volta ele com aquele andar dele engraçado no carro, mas ainda assim conseguimos entrar no finalzinho da música. A gente sempre dava show dançando, fosse juntos ou separados... Era sempre muito, mas muito, muito, muito bom mesmo!!! Sempre!!!

Outros momentos inesquecíveis foram os vividos no Bixiga. Meu Deus, ali realmente!!!! Nos tornamos imortais. Sem brincadeira!

Ai ai ai, quanta saudade de tudo e dele!

Ele sempre foi tido como o meu melhor amigo. Outro dia, indo pra faculdade me lembrei de tantos outros melhores amigos eu tenho e tive. Pensei então no Ju. Ele foi sim o meu melhor, mas hoje vejo que cada um dos nossos amigos, se torna o nosso melhor amigo, de acordo com o momento em que vivemos.

Fiiiii.... "eu tenho tanto pra lhe dizer, mas com palavras não sei dizer como é grande o meu amor por você!!!!"

TE AMO, MEU ETERNO AMIGOOOOO e me aguarde com aquela agua ardente que você disse que a gente ía beber nos seus 40 anosssss.... Tá faltando pouco!!!! Ano que vem, se Deus quiser (e ele quer), eu vou aí te dar um abraço e colocar essa cidade pra tremerrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr....

Uma das nossas últimas fotos - outubro 2006

Hoje somos distintos, mas se olhar bem, verás que a nossa essência permanece fulerage!

Dia dos pais

É...não tem jeito, todos os anos essa data se repete e para mim nada muda. Hoje eu gostaria de estar muuuuuuuuuuitoooo feliz, por desejar um feliz dia dos pais saído lá de dentro meu coração, desse lugarzinho onde eu guardo as pessoas e lembranças mais importantes da minha vida.

É, é uma pena, mas eu e o meu pai nunca tivemos uma relação legal. Hoje até nos falamos um pouco, e até com uma pequena dose de carinho, mas sem a menor afinidade, naturalidade ou qualquer coisa parecida.

Acho que nos perdemos por esse caminho. Enfim... Não sei o que quero escrever. Talvez devesse deixar o espaço para esse texto em branco, sei lá!

Melhor não dizer mais nada e mudarmos o rumo dessa prosa! De qualquer maneira, acabei de ligar para o meu pai para desejar um feliz dia dos pais. Ele não estava. Acho que ele nem sabe desse meu cantinho, mas em todo o caso. Pai, um feliz dia dos pais!

Não posso esquecer de desejar um FELIZ DIA DOS PAIS a todos os pais postiços que tive pelos caminhos da minha vida! Meu tio Zé, tio Nonô, tio Emílio, Moacyr, Gaybino e o mais atual, meu amigo-pai, Zééééééééééé!


Sem falar na minha mãe tão amada que sempre foi pai e mãe pra gente e agora esta aqui pertinho congelando com a gente na cinzentinha!


sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Dizem por aí...


" Respeitar os animais é dever de todos, amá-los é privilégio de alguns"

Complementando...

Gente!!! Outra música que me emociona muiiiitooo! Essa eu conheci em um momento muito especial na minha vida, lá em Fortaleza e em SETEMBRO!!! hahahhhahahahahaha
É linda, simplesmente linda!

O Rouxinol - Milton Nascimento

Quando entrar setembro...

Hoje, conversando com uma amiga de Minassss, a minha querida Dudíssima, falamos sobre datas marcantes em nossas vidas vividas no mês de setembro. Setembro é um mês simpático. É, eu gosto de setembro. Não é o mês do meu aniversário, mas queridos amigos ficam mais velhos, ou melhor, experientes, em setembro. Se não tivesse nascido em 14 de novembro, data que eu amoooooo e acho linda, eu queria ter nascido em 31 de outubro, mas só porque é o dia em que comemoramos o Dia das Bruxas - que eu adoro e sei que sou uma delas -, mas se não fosse isso, eu gostaria de ter nascido em setembro. Enfim, papo de maluco esse, né? É, só queria fazer uma breve apresentação de uma linda canção do Beto Guedes – Sol de primavera. Que coisa linda!!! Adorei recordar!!!

“Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão onde a gente plantou juntos outra vez
Já sonhamos juntos semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar
Já choramos muito, muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar uma nova canção que venha nos trazer
Sol de primavera abre as janelas do meu peit
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender...”
E a gente está aprendendo...Sem palavras para essa canção...!