quarta-feira, 4 de março de 2009
Eu no Big Brother?
Dessa vez foi a minha querida Dudíssima, lá de Uberrrrrrlândia (MG), que na comunidade EU ADORO A LIN começou um post que ninguém participou. Não satisfeita, hoje ela voltou a insistir no assunto!!!
O legal foi tudo o que ela escreveu e como ela escreveu!!!
Bem, um dos sonhos que tenho na vida é realmente participar do BBB. Já mandei até fita, na época em que a seleção ainda era feita pela avaliação das fitas de vídeo, mas nem pro Nem Big Nem Brother eu fui selecionada. Uma pena. Boninho não sabe o que está perdendo!!!
Enfim, no ano que vem eu tento novamente!!! Quem sabe isso tudo aí que a Duda escreveu se realize, né?rsrs
20:44 (2½ horas atrás)
Merielle
Então pessoal... criei esse novo tópico sobre a lin no BBB mas ninguém postou nada... eu acho q seria hilário... primeiro pq ela é alto astral, iria agitar a casa... aquela piscina então seria minúscula pra ela kkkkk e nas festas? já imaginaram ela nas festas kkkkk?Tem tb aquela poltrona lá de fora que é a cara dela, um lugar aconchegante onde ela ficaria horas e horas pensando nas pessoas de fora da casa e imaginando os inúmeros assuntos para descrever em seus blogs... eita ia ser legal... e o melhor, se ela faturasse o "milhão" todos nós tiraríamos proveito indiretamente, é claro... afinal ela viajaria o brasil inteiro visitando seus inúmeros amigos espalhados por esse país maravilhoso e quem sabe até substituísse a Fátima Bernardes no jornal nacional... certeza! Ai a veríamos todos os dias no horário nobre.kkkkkkk
segunda-feira, 2 de março de 2009
A última mensagem
Sempre foi o esconderijo daqueles dois
Encontros diários, de minuto a minuto
Só eles e mais ninguém
Setembro, outubro, novembro
Quase dois anos
Aqueles dois se arriscavam
Era no trabalho, em casa, no MSN
Os assuntos? Os mais diversos possíveis
A vontade de desligar? A menor de todas
No entanto, a vida anda
Os rumos mudam
Vieram as restrições
Mas eles resistem
Continuam firmes
Pra lá e pra cá
Porém nenhum dos dois sabe dizer
Quando será a última mensagem.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Cio
Vontade
Arrepio
Tensão
Tesão
Pressão
Cheiro
Toque
Sussurro
Pele
Boca
Saliva
Gemido
Mordida
Língua
Insanidade
Delírio
Gozo
Nudez
Rigidez
Êxtase"
Pauline Machado
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Vinte e tantos anos depois!
Na época de escola, lá pelos bons e saudosos anos 80, fizemos algumas amizades que ao longo do tempo foram distanciadas por força do destino. Nunca mais nos vimos, mas nunca nos esquecemos. Isso acontece com muita gente e comigo aconteceu também.
Estudávamos no Colégio Curso Martins em Vila Isabel, aqui no Rio (pois é, ainda estou por aqui!) e lá fiz muitas amizades. Algumas duram até hoje.
Eu, minha irmã e a minha prima Paula entramos no colégio em 1986: eu na quinta série e elas na oitava. Não conseguimos lembrar como, mas nessa época conhecemos o Tom, o Renato (que são irmãos), e o Newtinho, grande amigo deles.
Naquela época a gente fazia um monte de festas americanas, (aquelas que os meninos levavam os refrigerantes e as meninas os salgadinhos), e eles nunca deixarvam de ir. Já aconteceu, inclusive, de não ir ninguém em uma das festas, mas eles estavam sempre presentes. A gente até batizou essa festa como “festa fracasso”!!!!
Quando eu fiz 15 anos, o meu namorado não quis dançar a valsa comigo e então o Renato, que era tido como o mais distinto dos três, foi quem dançou comigo. Um prato cheio para a minha mãe que achava ele um príncipe e queria que uma de nós o namorasse.
Bom, o tempo passou, ninguém namorou ninguém, cada um seguiu o seu rumo e nunca mais nos vimos e nem nos falamos. Pra resumir: SUMIMOS!!! Eles de nós e nós deles!
Os anos se passaram, vieram os avanços tecnológicos e com isso o milagroso Orkut!!!
Nos achamos aos poucos, um de cada vez! Ficamos felizes, mas isso não bastava e então, cada vinda minha ao Rio, a gente marcava de nos encontrarmos, mas nunca dava certo.
Enfim, agora deu!!!! Pena que o Tom e a minha irmã não puderam estar com a gente, mas mesmo assim, estiveram na roda o tempo todo! Inclusive soubemos que dos três, era o Tom o mais distinto...rsrsrs
Bom, quero deixar registrado aqui que foi muuito bom estar com nossos grandes amigos novamente. Espero que de fato a gente não se perca mais e que eles, que moram aqui, não deixem de se reencontrarem mesmo que eu não volte para o Rio!
Ops! Eu, voltar pro Rio? Bem, isso fica para um outro post! :0)
Ao fundo: Eu e Newtin Mais na frente: Paula e Renato No topo: Gui, o nosso mascote de todas as farras!
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
A coragem dos Cariocas!
Apesar do medo de sair à noite, logo no primeiro final de semana rodei com a minha amiga Deise de carro pela Linha Vermelha, Amarela (ambas engarrafadas), pela Grajaú – Jacarepaguá (com direito a banho de guaraná e tudo), passamos pela Ponte Rio Niterói, Avenida Brasil, túneis, enfim ... um prato cheio para qualquer assaltante de plantão.
O que achei interessante foi observar as ruas vazias, completamente desertas, só com poucos carros rodando. Me impressionei também com a coragem de alguns cariocas (homens e mulheres) que vi andando calmamente, a pé, sozinhos nas ruas escuras e sombrias dos bairros.
Neste último sábado, estava na Tijuca, na casa da minha madrinha, e quando voltávamos pra casa, por volta de meia noite, vi uma cena inesquecível e emocionante! No meio de tantos cuidados com a violência, com os lugares aonde ir, com os horários proibidos para estar na rua, quando estávamos quase chegando em casa vi uma mulher sozinha, na ponta dos pés, alimentando uma ruma de gatos que vivem em um terreno abandonado. Era apenas ela e os gatos com os rabicós em pé rodando de um lado para o outro esperando a comida! Nem preciso falar que eu me emocionei, né?rs Pena que não consegui fotografar pra mostrar pra vocês, mas o que vale é que aquela cena está registrada aqui na minha memória!
Enfim, tenho muitas coisas pra contar pra vocês, mas ainda ando em ritmo de férias!!! Aos poucos eu vou contando tudo por aqui, combinado? Amanhã tem mais amiguinhos! Um beijo e até lá!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
De volta às origens
Nossa, eu precisava! Não agüentava mais aquela cidade cinza e fria o tempo todo. Bom, mas eu não vim aqui pra ficar falando da cinzentinha, não é mesmo?
Não vou dizer que o Rio de Janeiro continua lindo, mas a energia da cidade sim! E mexe comigo. Não sei se é o calor, embora os dois primeiros dias tenham sido cinzas também, mas como mesmo assim o calor marca presença, só isso já dá um astral novo. Sem falar nas pessoas, nos amigos, no jeito tão caricato da gente falar, dos lugares de sempre, enfim tudo me remete ao passado que vivi aqui no meu Rio de Janeiro!!!
Ainda não curti direito a cidade. Nos primeiros dias fiquei só com os Chaves: meu pai, meu irmão e minha vó; só agora estou, aos poucos, encontrando os velhos amigos.
Confesso que ainda estou com a mente preguiçosa para escrever, mas prometo registrar aqui todas as novidades e ilustrá-las com muitas fotos aqui em nosso quantinho!
Muitos beijos em todos!
domingo, 11 de janeiro de 2009
Bolt - O Supercão
Outro dia um amigo me indicou assistir ao filme Sete Vidas, com o Will Smith, mas eu ainda não fui, no entanto recebi um convite irrecusável feito pelo amor da dinda, meu amado e admirável sobrinho afilhado, Samuel, para assistir ao Bolt – O Supercão.Esta dinda que vos escreve chegou já no último minuto do segundo tempo e meu amadinho já estava achando que eu não ía. Como não? Compromissos com dinda são sagrados!
O cinema estava vazio, apesar das férias o que foi uma pena porque o filme é simplesmente lindo! Pra variar, eu me emocionei com as aventuras do simpático Bolt e seus amigos: a deslumbrante gata e o engraçado e gorducho hamster.
O filme é ficção, mas com uma grande e intensa dose de realidade. A começar pela vida da menininha que no filme, é atriz e tem sua vida totalmente controlada por seu agente. E também o distanciamento de certos humanos com os animais e ao mesmo tempo o amor entre as pessoas e seus animais e vice-e versa. Sem falar da angústia e revolta dos bichinhos abandonados trazem em seus corações com relação aos seus ex-donos que por algum motivo, os abandonaram.
Enfim, eu se pudesse, exibiria este filme em todas as escolas públicas e particulares e depois faria um bate-papo com as crianças, assim como fiz certa vez em uma cidade do interior do Ceará, após a exibição do meu documentário Extremos – Casos de Amor e Crueldade entre Humanos e os Animais.
É uma forma muito bacana de ouvir as crianças e orientá-las sobre os cuidados com os animais.
Fica então aqui a minha dica. Você que tem criança em casa, seja filho, filha, sobrinho, afilhado, filhos do vizinho, enfim, aproveite as férias e vá ao cinema assistir Bolt – o Supercão. Se você não tem nenhuma criança por perto, não tem problema, leve a criança que existe dentro de você!
domingo, 4 de janeiro de 2009
A praticidade no amor

Kid Abelha
Será mesmo? Bom, infelizmente eu estou começando a achar que Paula Toller esta certa.
Tenho ouvido muito das minhas amigas já casadas, que chega uma hora em que o amor se transforma em outra coisa. Pergunto que coisa é essa e não sabem me explicar.
Todas falam como se a beleza, a alegria da vida tivesse chegado ao fim e algumas delas chegam a invejar minha vida de solteira (como se esta fosse grande coisa).
Enfim, ouço também que chega uma hora na vida das mulheres em que temos que pensar com a cabeça masculina, ou seja, devemos ser práticas assim como eles. Só não sei como é ser prática quando o assunto é amor.
Por esses e vários outros motivos, muitas vezes me sinto uma mulher diferente. Quando penso na praticidade no amor eu penso em unir o útil ao agradável. Mas será mesmo que é unir o útil ao agradável? Não sei, tenho lá minhas dúvidas.
Ser prática me leva a pensar que aos 35 anos, por exemplo, ainda solteira, devemos nos casar com qualquer homem somente para constituir uma família e sair do time das disponíveis no mercado ou encalhadas ou pra titia.
Já ouvi também que devemos escolher o homem sem pensar com o coração e sim com a racionalidade. Não necessariamente escolher o homem que se ama, mas sim um homem que seja um bom pai, um bom marido, que tenha uma boa conta bancária e estabilidade no emprego.
Eu volto a questionar: O que é estável hoje em dia? Qual é a certeza que um casamento pode te proporcionar?
Bom, eu deixo isso tudo no ar, porque eu acho que é impossível incluir a praticidade no amor.
O amor é emoção, é sensação, é felicidade, é sentir a alma viva, é admirar o outro, é respeitar o outro, é estar junto pelo simples fato de querer estar.
É, parece bem fácil, né?, mas na prática (olha ela aí), não me parece ser.
sábado, 3 de janeiro de 2009
De volta ao blog!

Gostaria de ter vindo aqui antes da virada do ano, mas fui vencida pelo cansaço, porém hoje acordei com a certeza de que voltaria a escrever.
Gosto de estar aqui, de compartilhar com vocês os meus pensamentos, devaneios e sentimentos; em 2009 não será diferente.
Antes e começar 2009, pelo menos aqui no blog, gostaria de fazer uma breve reflexão sobre como foi o meu 2008. Lembro-me perfeitamente que 2007 foi maravilhoso, do início ao fim. Assim, sem pensar, 2008 não me parece ter sido como o ano anterior, mas teve lá seus encantos.
Logo no início do ano tive a felicidade de ter mamãe e minha avó Mariana morando comigo e com elas vieram também Janjão, Malhado, Menina e Soninha, os quatro cachorros da mamãe. Infelizmente na seqüência perdi meus gatos, um após o outro, sem explicação alguma. Dos 12 só ficaram três. :0(
Ainda no primeiro semestre fiz uma viagem que foi vista por muitos dos meus amigos como uma loucura de amor. Pode até ter sido, mas valeu a pena. Me despenquei sozinha para o interior de São Paulo para conhecer uma pessoa especial na minha vida. De quebra conheci meu querido amigo-pai, o Zé e sua família, o que foi muito bacana.
Apesar de ter perdido boa parte dos meus cachos, ainda consegui ficar com meu cabelo e prorrogar o uso definitivo de uma peruca. Quem me acompanha por aqui sabe do que estou falando. Simplesmente meu cabelo se acabou por causa do excessivo uso de tinta. :0(
No lado profissional só sorrisos! Pelo menos no primeiro semestre. Reportagem premiada no Prêmio Sangue Novo, bom desempenho na revista, transferência para a TV, participação em um livro, mais uma premiação de destaque no ano, enfim!!! Na segunda parte de 2008 estresse total por causa do TCC. Desgaste emocional, físico, psicológico, mas no final deu tudo certo, apesar de ter perdido o estágio.
2008 foi um ano em que pude contar com alguns amigos em momentos difíceis. Obrigada a todos que me ajudaram e que estiveram comigo. Foi um ano de reencontros de amigos queridos há muitos anos sem notícias. Foi também um ano de bons momentos em família e de encontro comigo mesma, quando depois de 35 anos, consegui enxergar em mim a linda mulher que sou.
Enfim, cheguei ao final do ano tranqüila, com a sensação de dever cumprido, com o coração sereno, a alma lavada e cheia de energias para este ano que se inicia.
Façamos então um brinde a 2008 e que venha 2009 com todas as boas energias que o Universo possa nos oferecer!
Tim Tim!!!
sábado, 22 de novembro de 2008
Tudo vira bosta
Antes de qualquer coisa, deixa claro querer ser chamada pelo apelido Lin, abreviação de seu primeiro nome. Aos 34 anos, Lin tem muitas histórias para contar e afirma que, após ter passado por inúmeras situações difíceis, seu amor pela vida só aumentou, “procuro viver um dia após o outro, o que não é tarefa fácil pra mim porque sou totalmente ansiosa”, desabafa ela.
A carioca de Botafogo nasceu no dia 14 de novembro de 1973 e, orgulhosa, conta ser de escorpião, “o signo mais guerreiro do zodíaco”. Dona de uma personalidade extremista, Lin diz ser instável, o que impulsiona suas freqüentes mudanças de humor. Sua característica mais forte é o amor pelos animais, aos quais ela dedica a vida, a fim de defendê-los.
Aos 26 anos, cansada de viver amedrontada pela violência do Rio de Janeiro, saiu da casa da mãe, Palmira Machado, e foi para Fortaleza, onde morou por um ano com um casal de amigos. Nessa época pôde conhecer pessoalmente Fernandes Júnior, um amigo virtual que encontrara no bate-papo do UOL quando ainda morava no Rio. Desde o primeiro encontro construíram uma amizade que perdura até hoje. “Essa moça aí é adrenalina pura, força bruta e inteligência nata. Estourada de dar nó em pingo d'água, mas com um coração mais mole do que a mais derretida das manteigas”, afirma o amigo.
Quando passou a morar sozinha em Fortaleza, seu condomínio ficava perto de um parque, onde havia muitos gatos abandonados. Como tem um gosto especial por felinos, rapidamente adotou 12 gatinhos, encarando os vizinhos do prédio que reclamavam do barulho e do cheiro dos animais. Nada que a abalasse, afinal, ela não se preocupa muito com a opinião dos outros, prefere tomar suas próprias decisões e ignorar qualquer intervenção alheia.
Nos setes anos em que permaneceu em Fortaleza, trabalhou como vendedora na loja de eletrodomésticos Arapuã, foi assessora jurídica da Unimed, cursou secretariado, fez três períodos de administração e, em 2004, seguindo o conselho do amigo Júnior, iniciou o curso de jornalismo na Faculdade Nordeste (FANOR). Desde criança sonhava em ser veterinária, mas, como não conseguia passar no vestibular, decidiu encarar o jornalismo para ver se gostava. Com um sorriso nos lábios, ela comenta: “Era tudo o que eu queria. Por meio do jornalismo eu posso realizar meu sonho de representar os animais, dando voz a eles”.
Com intenção de conscientizar crianças, Lin criou a campanha Paz Também Para os Animais, onde fazia eventos em escolas públicas de Fortaleza, promovendo ações de respeito entre homem e bicho. Com base no documentário “Janela da Alma”, ela elaborou o documentário “Extremos: Casos de amor e crueldade entre humanos e animais” que era exibido neste evento.
Comentando sobre sua dedicação na faculdade, ela diz que nunca gostou de estudar, chegou até a ficar reprovada na 5ª e na 7ª série, porque gazeava as aulas para ir namorar ou visitar amigos. Mas, agora está totalmente empenhada nos estudos e, depois de ter seu projeto de conclusão de curso aprovado (a revista De Estimação, especializada no cuidado de cães e gatos), diz que seu sonho de formatura está se realizando.
Aliás, sonhos é o que não faltam para Lin. Depois de se formar vai procurar patrocínio para comercializar sua revista e, após ter segurança financeira, pretende engravidar, até já escolheu o nome da criança: Júlio. Além disso, deseja conhecer a Ilha do Mel, ser cremada quando morrer e ter suas cinzas jogadas num abrigo de animais. Os sonhos que já realizou foram: passar o carnaval em Salvador e correr atrás do trio elétrico, conhecer seus ídolos e ver seu sobrinho Samuel nascer.
As maiores paixões de Lin, depois dos animais, são a música e a dança. Além de ser presidente do fã clube da banda Asa de Águia, também é fã do cantor Maurício Manieri e do roqueiro Supla, sendo que já teve a oportunidade de conhecer todos estes. Além disso, fez dois anos de aulas de dança de salão. “Dançar é uma das coisas mais maravilhosas que se pode fazer na vida. Você esquece todos seus problemas quando entra no salão”.
No campo amoroso, a carioca se mostra bastante romântica. Sempre em busca de alguém especial, já teve namorados no Rio, Paraná e Fortaleza. Desses, o mais especial foi o primeiro namorado, Franklin, com quem namorou por cinco anos, a partir dos 14. Outro namoro marcante foi em 2002, quando se apaixonou por um rapaz e, depois de dois anos de relacionamento, descobriu que ele era padre.
Sobre a qualidade dos conteúdos expostos na mídia, ela comenta: “A imprensa podia gastar mais dinheiro em programas educativos e deixar que as pessoas pensem por si mesmas”, o que demonstra sua preocupação com a ética na profissão que exercerá. Quando se fala em religião, ela logo relembra um fato dos tempos em que era católica. Quando sua irmã mais velha ia fazer a festa de 15 anos na igreja, o padre negou ceder o local porque a mãe delas era divorciada. Sem entender a lógica do padre, Lin decidiu que aquela não era a religião apropriada para ela, com instintos de liberdade e pensamento crítico, ela se sentia presa sob as normas católicas. “A igreja prefere que a pessoa seja feliz ou viva de aparências?”, indaga ela. No momento, ela diz se identificar com a doutrina espírita, onde diz se sentir mais a vontade: “Não quero viver presa a regras. Não tenho que fazer determinada coisa porque a sociedade quer. Dane-se a sociedade”.
Para terminar, faz questão de citar sua paixão pela cantora Rita Lee. Além de se identificar com ela por ambas serem defensoras dos animais, Rita tem uma música cujo refrão é “e tudo vira bosta” que, segundo Lin, é um resumo de suas ideologias. Esquecer o passado, não pensar no futuro e viver intensamente o presente, pois, afinal, um dia tudo vai acabar.
Efeito Animal
Por Camila AlmeidaÀs vezes a menina entrava em um mundo de fantasias de brincar com o primo Bruno e seu tio João de imitar as cenas de desmaios das telenovelas no qual apresentavam para a família, mas o seu passatempo predileto era ir para a casa da avó Mariana, brincar com os gatos e cachorros e junto da irmã mais velha Flávia dar banhos nas galinhas, pegá-las no colo e sentir o cheiro das penas molhadas.
A paixão por animais, principalmente por gatos, vem desde pequena, quando levava animais de rua para casa. O espírito de ser veterinária é cada vez mais forte, e a partir desse momento torna-se um sonho que permanece ate hoje, como diz Arthur Schopenhauer “A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem”.
O fato de não ter sorte no amor, como ela mesmo diz, e da maioria do tempo estar sozinha, aos 14 anos começou a namorar um carioquinha que a encantou e no qual ficou quatro meio anos. Com ele viveu muita coisa até mesmo uma gravidez com seguinte aborto, depois teve vários relacionamentos tidos como errados, até mesmo um padre namorou no qual se visitavam durante as férias que passavam na cinzentinha Curitiba. Essa marmota durou 4 anos, hoje, morando aqui, nunca se encontram, mas se falam por email e telefone, aqui e acolá. Ela acha melhor assim, cada um na sua. Ele escolheu a profissão dele e ela não quer mais homens comprometidos, ainda que seja com Deus.
O espírito aventureiro bate a porta, pega o pouco que tem, roupas e CDs e parte de mala e cuia, a música Califórnia de Lulu Santos “Garota eu vou pra Califórnia viver a vida sobre as ondas vou ser artista de cinema, o meu destino é ser star” retrata exatamente esse tempo. Com seus 26 anos sai do Estado onde o Cristo Redentor nos olha e parte não para Califórnia, mas sim para terra onde tudo é sol, mar, sobra e água fresca, a linda Fortaleza, onde viveu 7 quase 8 anos. Não virou star, mas viveu coisas que até Deus duvida: sofreu, chorou, se decepcionou, mas hoje agradece por tudo que passou. Em Fortaleza fez grandes amizades e começa a fazer aulas de dança de salão o que torna-se sua paixão.
VORTEIIIIIII!!!!
depois de um certo tempo longe daqui, estou de volta.
Nem deu para avisar o motivo pelo qual fiquei longe, mas vocês devem saber, né? Final de faculdade, banca, tcc, provas, mamãe também ficou doente e eu tive que me virar para dar conta de tudo.
Graças a Deus tudo passou, eu passei e agora posso vir aqui de novo encher o saco de vocês.
Ainda tenho algumas provas, mas dá pra conciliar.
Pra começar, vou postar dois perfis que duas amigas da faculdade fizeram sobre mim. Foi para nota de uma das disciplinas.
Vamos ver se vocês concordam com elas! rsrsrs
Beijos!
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
Mensagem do meu guru

Da segurança
O fato de se tentar evitar qualquer mudança na vida não torna ninguém mais seguro ou mais dono da situação. A vida é - e será sempre – inesperada. Mesmo que certas pessoas procurem empobrecê-la o mais possível.
Quando Deus percebe que determinada pessoa tem que dar um passo à frente, Ele faz com que esta pessoa caminhe - com ou sem vontade de andar. É melhor a gente dar os passos que precisa, com coragem, antes que sejamos forçados a dá-los.
Para aqueles mais indecisos, Deus costuma usar certas ferramentas - geralmente interpretadas como “castigos”, ou “mudanças repentinas”.
Dizem por aí...
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
O meu muito obrigada à todas as pessoas anjos que cruzam a cada dia o meu caminho...
Meu Deus! Muito obrigada por tudo!Lembro que quando cheguei na cinzentinha eu vim com um escudo no peito. Não confiava em ninguém, só em mim e olhe lá!
O tempo foi passando e eu voltei a confiar nas pessoas. Com um pé atrás, mas aos poucos fui vendo que em uma ou outra eu podia confiar de verdade.
Enfim, hoje eu tive mais uma dessas certezas. De manhã, (depois de ter ido dormir às 2 da manhã diante de um micro), acordei às 8h já diante do mesmo micro da noite passada. Da frente dele eu só saí quando já era perto de oito da noite.
Acordei com uma bomba: "não sei se vai dar tempo de fazer tudo hoje"!
Pense! Em uma sensação de levar um soco no estômago! (eu nunca levei um soco, nem no estômago e nem em nenhum outro lugar, graças a Deus, mas imagino que seja tão ruim quanto o que senti ao ouvir essa frase).
Bem, pra resumir, tive que correr contra o tempo, mas mais uma vez, como na bela canção do Titãs, " o acaso me protegeu enquanto eu estive distraído..."
Precisava de alguém para diagramar a minha revista, o meu projeto de conclusão de curso e o prazo para entregar adivinhem!!! HOJE - 22 DE SETEMBRO!!!!
Entrei na internet e fiz uma busca rápida de algumas gráficas aqui perto de casa. Não tinha jeito, teria que pagar para alguém diagramar a minha revista em apenas seis horas, e isso sem ter um puto no bolso.
Liguei pra uma, duas, três e ninguém queria pegar o trabalho, porque é trabalhoso e chato de fazer. Até que em um dos telefonemas uma alma santa disse que nao fazia, mas me indicou uma pessoa.
Essa pessoa salvou a minha formatura. Essa pessoa, que eu acordei com um telefonema e já impaciente, teve a maior paciência do mundo, a maior generosidade que eu pude conhecer nos últmos tempos em minha vida. Essa pessoa confiou em mim e me fez confiar piamente nela.
Essa pessoa é o Marcelo. Ele não quis me dizer seu sobrenome e nem a idade, mas também não importa. O que importa é que tudo deu certo e eu ainda tive o prazer de poder abraçar uma pessoa como ele.
No meio do dia, outro anjo. Esse já vem até com nome de anjo. Falo do meu menino lindo, o Rafa!
Esse tem história, mas eu prefiro não entrar nos detalhes e me conter em agradecer pela força, pela paciência e pelo lindo trabalho da capa da minha revista.
A revista De Estimação é um projeto antigo e não é apenas um trabalho de conclusão de curso.
Poderia citar aqui os nomes de todos vocês, mas hoje os meus quero destacar os meus agradecientos aos heróis foram o Marcelo e o Rafa, não só pelo lindo trabalho dos dois, mas principalmente pela certeza que me passaram o tempo todo, de que daria tempo e pela paciência e empenho em me ajudar nesse trabalho.
Que Deus abençoe vocês dois sempre e eu serei eternamente grata à vocês dois.
Muito obrigada!
Quero agradecer também à minha mãe que viu o estado em que eu me encontrava e foi comigo até lá na faculdade para protocolar a revista. Não tenho palavras para agradecer todas essas dádivas de hoje.
Eu quis ilustrar o trabalho do Rafa e do Marcelo pra vocês verem.
O do Marcelo foi todo salvo em PDF e assim eu não consegui salvar aqui no blog, mas esse artigo, ele salvou em jpg também e então foi possível colocar aqui.
Eu hein? Parece até uma coisa. Tinha que ser logo o artigo do sr. Fornari? rsrs
Enfim, um abre a revista, fazendo a capa. O outro cfecha a revista fazendo o artigo!
Ai ai ai... Só rindo mesmo viu! rsrs
domingo, 21 de setembro de 2008
Só o que me interessa...
sábado, 20 de setembro de 2008
...

Agora me vi como em um trecho de uma música do primeiro LP dos Paralamas do Sucesso - Foi o mordomo.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Mais uma vez...
sábado, 13 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Complementando...
ESSA MENSAGEM SÓ COMPLEMENTA O POST ANTERIOR!Da arte do arco
“Quando tenho o arco esticado”, diz Herrigel, “chega um momento em que, se não disparo imediatamente, sinto que vou perder o fôlego”.
“Enquanto você tentar provocar o momento de disparar a flecha, não irá aprender a grande arte dos arqueiros”, diz o mestre. “A mão que estica o arco deve abrir-se como se abre a mão de um menino. O que às vezes atrapalha a precisão do tiro é a vontade demasiado ativa do guerreiro.
Mensagem do meu guru

Da margem
“Sim, quebrar um copo. Um gesto aparentemente simples, mas que envolve pavores que nunca compreenderemos direito. É o proibido. Copos não se quebram de propósito; quando entramos em restaurantes ou em nossas casas, tomamos cuidado para que copos não fiquem na beira da mesa.
“Entretanto, quando sem querer derrubamos um, vemos que não é tão grave assim. O garçom diz ‘não tem importância’, e ‘nunca vi um copo quebrado ser incluído na conta do restaurante’”.
“Quebrar copos faz parte da vida; faça isto agora, mesmo que a gente tenha que pagar depois. Às vezes, um gesto bobo nos liberta de preconceitos malditos, da mania de explicar tudo, de só fazer aquilo que os outros aprovam”.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Ela e ele, e um outro também

Ele, não se sabe se gosta dela
Ela conheceu um outro, mas ele não sabe
Esse outro até parece com ele
Mas para ela, não adianta
Esse outro não é ele
Ainda assim ela tenta com esse outro
O que torna ele mais presente ainda em sua vida
Embora ele esteja tão distante quanto Brasil e China
O outro esta perto
E é carne e fome
Como em Delta de Vênus
Ele percebe, recua e se chega
O outro no meio deles, sem saber
Enquanto ela sonha com ele
Nos braços desse outro.
Dia do Médico Veterinário
Ser Veterinário
Pensando bem, ser veterinário não é só cuidar de animais.
Ser veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos.É ganhar amigos de pêlos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
domingo, 7 de setembro de 2008
Dia da Independência
uma profissão que nos realize, uma intensa vida afetiva, viagens, amigos, descobertas. Mas se eu tivesse que resumir em uma única palavra o que considero a mais importante conquista, esta palavra seria independência.
Hoje, 7 de setembro, dia em que se comemora a independência do Brasil. No entanto, prefiro comemorar a minha, a sua, a nossa independência.
Não há quem não sonhe em trabalhar por conta própria, ser patrão de si mesmo. Os que conseguem não trocam por nada. Como conseguir isso? Dominando um ofício, indo além do que os outros aprenderam, fazendo as coisas do seu próprio jeito, arriscando. Parece difícil, e é, mas mais difícil ainda é ser independente no amor.
Paixão não entra nessa conversa. Quando estamos apaixonados somos todos dependentes de telefonemas, de e-mails, de declarações, de presença constante. Já o amor, que é um estágio posterior, mais sereno e seguro que a paixão, permite o desenvolvimento da independência.
Você não precisa estar em todos os lugares que o seu amor está, você não precisa concordar com tudo o que ele pensa, você não precisa abdicar dos seus projetos, você se sustenta, você conta, você existe.
Tem gente que abre mão disso por puro comodismo. Prefere ser uma sombra, um sparing. Defende-se dizendo que não tem outro jeito. Mentira. É uma escolha.
Ir sozinha ao cinema. Viajar. Pagar sua dívidas. Dirigir. Não afligir-se (tanto) com a opinião alheia. Saber cozinhar pra si mesmo, entreter-se com hábitos solitários como a
leitura, pegar um táxi, resolver os próprios problemas, tomar decisões com confiança. Não "precisar" dos outros, e sim contar com os outros para aquilo em que eles são insubstituíveis: companhia, sexo, risadas, amizade, conforto.
Se você ainda não atingiu este estágio, suba num cavalo imaginário e dê seu grito do Ipiranga. Ficar amarrado à vida alheia faz você viver menos a sua.
Nada de fazer-se de desentendida só para não se incomodar.
Incomode-se. Dependência é morte".
sábado, 6 de setembro de 2008
Te desejo uma vida cheia de aventuras
Mensagem do meu guru

A aventura está lá fora esperando.
O herói sempre é chamado. O herói é o homem comum. Ele fica aguardando o mensageiro que trará a noticia: existe um tesouro a ser descoberto, uma princesa encarcerada na torre, um país com jardins de delícias.
Mas e o mensageiro? Aí é que está o problema. Geralmente ele está vestido com cores e roupas que não nos agradam: pode ser uma súbita mudança de emprego, um rompimento amoroso, uma doença, uma perda. Pode ser também um encontro ou uma conquista, mas estes casos geralmente acontecem no meio da jornada do herói – raramente no começo.
Para o sósia
Mania de você - Rita Lee
Para o meu lindo
Menino bonito - Os Mutantes
Autenticidade e outras semelhanças
Desde que eu cresci (pelo menos na altura), eu venho percebendo que eu sou muito parecida com a Rita Lee. Não estou falando de semelhanças físicas, mas sim, do jeito de ser e de levar a vida.O show não pode parar!
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
De volta ao nosso cantinho
domingo, 31 de agosto de 2008
Temporariamente fora do ar...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Amor e sexo

Sábado passado eu assisti ao show Pic-Nic da Rita Lee. E se tivesse que falar sobre o show com apenas uma palavra, esta seria – SENSACIONAL!
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte
Amor é pensamento, teorema
Amor é novela
Sexo é cinema
Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia
O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos
Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom...
Amor é do bem...
Amor sem sexo,
É amizade
Sexo sem amor,
É vontade
Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes,
Amor depois
Sexo vem dos outros,
E vai embora
Amor vem de nós,
E demora
Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval
Amor é isso,
Sexo é aquilo
E coisa e tal...
E tal e coisa..."
Da solidãoNa minha opinião, a solidão é o pior de todos os males. Ao contrário da fome, da sede, da doença que - quando nos atingem, nos forçam a combatê-las - a solidão muitas vezes se mascara com uma aura de virtude e renúncia.
Não é nada disso. Embora seja importante ter momentos só para nós, a vida neste planeta está ligada aos outros. Precisamos nos despir de todos os nossos bloqueios, e sair em busca de amor, carinho, companhia.
Não se envergonhe de agir assim; é a luta mais digna que alguém pode travar. Se envergonhe, isto sim, de não fazer o que seu coração pede.
O resto são conselhos. E preconceitos de quem não tem coragem de lutar.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
A irmã gêmea
Você lembra do Peninha?
Amo você - Peninha
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Mensagem do meu guru...

Muitas vezes temos que dar tempo ao tempo. Outras vezes, temos que arregaçar as mangas, e resolver - nós mesmos - determinada situação. Neste caso, não existe pior coisa do que adiar. Adiar traz angustias e sofrimentos desnecessários.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Mensagem do meu guru (em postagem especial)
Todo mundo sabe que eu adoro o Paulo Coelho. Sempre leio suas mensagens diárias no site da Globo e as com que eu me identifico, trago aqui para o meu cantinho.Espero que vocês também gostem e que também toquem o coração de vocês!
Da loucura
Meu caro leitor ou leitora, preciso lhe dar uma notícia que talvez você ainda não saiba. Pensei em suavizar esta notícia, pintá-la com cores mais brilhantes, enchê-la com promessas de Paraíso, visões do Absoluto, explicações esotéricas. Mas, embora tudo isto exista, não vem ao caso tocar agora nestes assuntos.
Respire fundo e prepare-se. Sou obrigado a ser direto e franco e - posso assegurar - tenho absoluta certeza do que estou dizendo. É uma previsão infalível, sem qualquer margem para dúvidas.
A notícia é a seguinte: você vai morrer.
Pode ser amanhã, pode ser daqui a 50 anos, mas - cedo ou tarde - você vai morrer. Mesmo que você não concorde. Mesmo que tenha outros planos.
Pense com todo cuidado no que você irá fazer hoje. E amanhã. E no resto dos seus dias.
Da estrela
Márcia Piazzi nos lembra a história de um escritor que morava numa bela praia, junto a uma colônia de pescadores. Num dos seus passeios matinais, ele viu um jovem jogando de volta no oceano as estrelas do mar que estavam na areia.
“Por que você faz isto?”, perguntou o escritor.
“Porque a maré está baixa, e elas vão morrer”.
“Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praia por este mundo, e centenas de milhares de estrelas do mar espalhadas pela areia. Que diferença você pode fazer?”
O jovem pegou mais uma estrela e atirou no oceano. Depois virou-se para o escritor: “para esta, eu fiz uma grande diferença”, respondeu.
A partir daquele dia, todas as manhãs o escritor passou a ajudar o jovem.
Do amor do próximo
Muitas vezes é mais fácil amar que ser amado.
Temos dificuldades em aceitar a ajuda e o apoio dos outros. Nossa tentativa - inútil, por sinal - de total independência, termina não permitindo que nosso próximo tenha oportunidade de demonstrar seu amor.
Muitos pais roubam dos filhos a chance de dar o mesmo carinho e apoio que receberam quando crianças. Muitos maridos (ou mulheres) quando são atingidos por certas vicissitudes do destino, sentem-se envergonhados de depender do outro.
Não existe fraqueza nenhuma em aceitar um gesto de amor do próximo.
Às vezes, o ato de amar consiste em permitir que alguém nos ajude, que nos apóie, que nos de forças para continuar.
Se recebermos este amor com pureza e humildade, vamos entender que o amor não é dar ou receber - é participar.
Da ajuda
Mauro Salles me contou a seguinte história real:
O deputado foi contar a Tancredo Neves que um de seus assessores o criticava constantemente. E Tancredo respondeu: “mas como? Eu ainda nem o ajudei!”
Todos já experimentamos a ingratidão. Tancredo tratou o assunto com bom-humor e sabedoria; outros perdem a confiança no ser humano, e param de fazer qualquer coisa pelos outros.
Será que ajuda saber que isto não acontece só com você? Espero que sim. Porque as pessoas ingratas não podem moldar nosso comportamento. Elas não têm o poder de definir nosso caráter.
Deus - cuja opinião, no fundo, é a única que conta - jamais foi ingrato conosco. Vamos nos agarrar nisto; vamos continuar tentando nos comportar da maneira que queremos.
domingo, 17 de agosto de 2008
Sem lenço e sem documento...
Lá fora a lua estava cheia
E a noite estava até quentinha na cinzentinha
E dentro delas uma vontade de cair no mundo
Bastou um click no mouse e tudo mudou
“Vambora?” Disse a mais nova para a mais velha
“Simbora agora! Onde nos encontramos?” Perguntou a mais velha.
Passava das 23 horas
O caminho era o Largo da Ordem
Em poucos minutos estavam dentro de uma oca
Onde caíram no swing para se consolar
A mulher do sapato branco e a mulher do sapato preto
A loira e a morena, a alta e a baixinha
A carioca e a curitibana, com características diferentes
Mas com os corações praticamente iguais – por um triz
Entre uma cerveja e outra
A cada música a oca se mostrava
Uma mistura de Rio e Fortaleza
De samba e rock
De homens e mulheres
Seis da manhã
Carro na porta
Corpo cansado
Pés inchados
De volta pra casa
Toda bêbada canta!
" eu não sou nenhuma santa, eu não sou nenhuma santa..."!
Toda Bêbada Canta - Silvia Machetesábado, 16 de agosto de 2008
É aniversário dela!!!
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Pois é, eu sou solteira!
Enfim, como as coisas são... Esta semana mesmo eu estava conversando com uma grande amiga, casada há mais de oito anos e eu perguntei a ela como estava a vida de casada. A resposta foi: “ A mesma de sempre”. Fiquei a pensar então porque será que as pessoas se casam, se a maior parte delas, com o passar dos anos, acabam entediados e acomodados com aquela convivência ao invés de viverem felizes para sempre, como manda o figurino.
No decorrer da conversa, ela me disse para eu aproveitar a minha solteirice, porque, depois que casar, tudo muda. Mas lógico que tem que mudar! Tudo muda, a todo o instante! A vida é assim. Sinto saudades de muitos momentos da minha vida, mas sei que foram fases dela, que eu tinha que viver para ir me construindo. É assim que eu penso.
Mas a verdade é que, o que a gente vê por aí é que, quem esta de fora quer entrar e quem já entrou, quer sair (e não aconselha aos que querem entrar). Bem, eu nunca fui casada, mas acredito que os dois estágios da vida tenham os seus lados bons e os ruins.
Os solteiros, de certa forma, são livres. Os casados, nem tanto;
Os solteiros dormem sozinhos. Os casados, de conchinha (pelo menos eu acho que deveriam);
Os solteiros são esbeltos. Os casados, tendem a engordar logo no início do casamento;
Os solteiros não abandonam seus amigos, já os casados....
Os solteiros dão a impressão que se divertem mais, os casados ficam mais entocados;
Os solteiros são tidos como ameaças. Os casados, os ameaçados...
Enfim, poderia ficar aqui elencando várias diferenças entre solteiros e casados, mas deixa eu ir, porque hoje é sexta – feira e a noite é dos solteiros!
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Eu adoro a minha orientadora!
domingo, 10 de agosto de 2008
Apartamento 957
E ela chegava à rodoviária daquela cidade
Em poucos minutos o relógio avisaria - 6 horas da manhã
Pegou um táxi e no caminho ao hotel se perguntou:
'O que é que eu estou fazendo aqui'?
Por alguns instantes o coração apertou, sentiu medo
Se achou louca por estar ali
O táxi parou na porta do hotel
Era tudo novidade para ela
Nunca tinha estado em um lugar tão distante e sozinha
Olhou aquele hotel e ficou sem saber o que fazer
Enfim, não dava mais para voltar atrás
Estava a milhas e milhas distante de sua casa
Mas perto do seu amado
Foi nisso que ela pensou
As chaves foram do apartamento 957
Aquele que seria o cenário para todos os sonhos
Um dia sonhado - por ela e por ele
Da janela ela tentava conhecer a cidade
Mas ainda estava escuro
E então tomou um banho quente e foi dormir
Acordou ansiosa, com vontade de ficar paralizada
Esperando a hora do encontro
Não podia, tinha que fazer com que as horas passassem mais rápido
Olhou para o relógio
Os ponteiros marcavam quase 5 da tarde
Mas nada aconteceu e então ela chorou
Chorou sentada na cama, diante da TV e adormeceu ao lado do telefone
Trim, trim, trim!
E o coração disparou
O telefone tocou, era da recepção, era ele na linha
Em poucos minutos estavam diante um do outro
O encontro foi rápido, mas aconteceu
A voz não saiu, a naturalidade também não
Enquanto os corações, esses estavam em rebuliço
O relógio não parou, embora o tempo tivesse parado
Ele teve que partir logo e deixou com ela um tímido abraço
Ele caminhou para o elevador
Ela ficou olhando pela porta do apartamento
Ele piscou o olho e mandou um beijo
Ela sorriu e entrou
Correu para a janela sem saber o que pensava
Tudo não passou de um sonho
Ainda assim ela acredita que um dia irá se tornar realidade"
Meu bem querer - Mauricio Manieri
** Essa música retrata bem o que eles dois sempre sonharam
Você lembra do Trio Los Angeles?
Vem dançar Bambolê
Transas e Caretas
De graça até ônibus errado!

Depois de quase um ano ouvindo falar deste livro eu ganhei o meu exemplar!
Não deu para me conter. Na hora imaginei o final daquele encontro...rsrsrs... Adorei!!!!!!
Cazuza viveu como quis, fez tudo o que quis, com quem quis e ligou aquela teclinha mágica do "não tô nem aí" para tudo e para todos. O que ele queria era ser feliz e ele foi, tenho certeza disso.
Pelas histórias do livro, Denis viveu como quis. Seguiu o seu coração, experiementou todos os riscos possíveis, mas como tudo na vida tem um motivo para acontecer, em uma das caronas ele não ouviu o seu coração e deu no que deu.
Se ele é triste com isso, eu não sei. Se é, não deixa transparecer e parece que leva uma vida normal como qualquer outra pessoa. Isso o torna mais especial ainda.
Agora, se você que está lendo, ficou curioso para saber o que ele aprontou, escreve pra ele e encomende o seu exemplar. denisfornari@yahoo.com.br
Tenho a certeza que você irá gostar!
A louca dos gatos
O meu amigo Junior









O primeiro encontro, em 10 de abril de 1999 foi pela internet - ele de Leão e eu de Vampira -. Ele ouvindo Paula Toller e eu Leandro e Leonardo. Desde então não nos largamos mais. Foi amor à primeira vista; não tenho dúvidas.
Temos muitas trilhas sonoras só nossas e desde o início essa música, Beatriz, na versão da Ana Carolina me marcou muito. Na época ainda não tinhamos a facilidade de gravar um cd rapidamente com as nossas músicas preferidas, ainda assim ficávamos horas diante do som gravando fitas K7 um para o outro com as nossas preferidas. Cada pérola!!! Tenho todas até hoje e as guardarei para o resto de minha vida.
Uma das nossas últimas fotos - outubro 2006
Hoje somos distintos, mas se olhar bem, verás que a nossa essência permanece fulerage!
Dia dos pais
É, é uma pena, mas eu e o meu pai nunca tivemos uma relação legal. Hoje até nos falamos um pouco, e até com uma pequena dose de carinho, mas sem a menor afinidade, naturalidade ou qualquer coisa parecida.
Acho que nos perdemos por esse caminho. Enfim... Não sei o que quero escrever. Talvez devesse deixar o espaço para esse texto em branco, sei lá!
Melhor não dizer mais nada e mudarmos o rumo dessa prosa! De qualquer maneira, acabei de ligar para o meu pai para desejar um feliz dia dos pais. Ele não estava. Acho que ele nem sabe desse meu cantinho, mas em todo o caso. Pai, um feliz dia dos pais!
Não posso esquecer de desejar um FELIZ DIA DOS PAIS a todos os pais postiços que tive pelos caminhos da minha vida! Meu tio Zé, tio Nonô, tio Emílio, Moacyr, Gaybino e o mais atual, meu amigo-pai, Zééééééééééé!
Sem falar na minha mãe tão amada que sempre foi pai e mãe pra gente e agora esta aqui pertinho congelando com a gente na cinzentinha!
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Complementando...
O Rouxinol - Milton Nascimento
Quando entrar setembro...
Hoje, conversando com uma amiga de Minassss, a minha querida Dudíssima, falamos sobre datas marcantes em nossas vidas vividas no mês de setembro. Setembro é um mês simpático. É, eu gosto de setembro. Não é o mês do meu aniversário, mas queridos amigos ficam mais velhos, ou melhor, experientes, em setembro. Se não tivesse nascido em 14 de novembro, data que eu amoooooo e acho linda, eu queria ter nascido em 31 de outubro, mas só porque é o dia em que comemoramos o Dia das Bruxas - que eu adoro e sei que sou uma delas -, mas se não fosse isso, eu gostaria de ter nascido em setembro. Enfim, papo de maluco esse, né? É, só queria fazer uma breve apresentação de uma linda canção do Beto Guedes – Sol de primavera. Que coisa linda!!! Adorei recordar!!!“Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos




















